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ASTRAPÉIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Astrapéia
LOCALIZAÇÃO: Município Aguaí – SP
COORDENADAS: 22°10’29.05″S 46°94’58.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, somente alguns restos de tijolos ainda marcam o local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Bem, de forma não usual, vou começar este resumo pelo significado do nome “Astrapéia”, visto que despertou a minha curiosidade desde o meu primeiro contato com ele (achei-o extremamente sonoro e diferente), alguém aí já ouviu falar, ou sabe o que é uma Astrapéia? “A astrapéia é uma arvoreta ou arbusto de ótimas características ornamentais, que se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade.” Isso posto, vamos falar um pouco do que vimos no local da velha estação, há muito demolida. Hoje, o que mais chama a atenção é a pequena capela que existe bem em frente aonde um dia a estação existiu, fora isso, apenas uma grande árvore (seria ela a tal Astrapéia?) marca o ponto da plataforma e possivelmente também do prédio. Por lá apenas alguns restos de pedras, que dificilmente seriam da estação, alguns postes da rede de eletrificação ferroviária, e mais nada. Percebe-se porém com clareza, que por ali existiu alguma construção no passado, pois há um recuo e um descampado típicos de áreas de demolição. Andamos por lá, falamos com um motorista de trator que estava parado por ali, mas que nada nos acrescentou a não ser que a estação de Mato Seco era mais a frente (?), mas de Astrapéia mesmo, nada. Fotografamos e filmamos o local, andamos até a P.N. (passagem de nível) ali ao lado, vimos a placa de cruzamento de via férrea, tentamos ainda encontrar mais algum indício, mas realmente por lá nada restou. Para que tenham idéia, quando eu era criança e ia até Aguaí de trem com o meu saudoso avô Pedro (isso em idos de 1985), ele sempre falava de Mato Seco, Orissanga, Mogi-Guaçu, localizadas mais a frente, mas nunca de Astrapéia, então acho que desde esta época ela já deveria ter sido demolida. Enfim, espero que curtam o que pudemos trazer de lá. Por enquanto é isso, mas se alguém tiver mais materiais de lá para contribuir, basta me enviar que publico, ok?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ASTRAPEIA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO (E.F.S.P.M.)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2011
DESTINO: Estação São Sebastião do Paraíso (E.F.S.P.M.)
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’36.52″S 46°59’46.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo ao Corpo de Bombeiros local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Seguíamos para um rancho na região de Furnas naquele dia, o que serviu perfeitamente de motivo para que eu organizasse mais um roteiro do Projeto, passando por quase todo o nosso caminho. Por ali existiam o Ramal de Passos da Cia. Mogiana e a linha-tronco da E.F.S.P.M. e tentei documentar o máximo de estações das duas companhias, a fim de otimizar os custos da viagem. São Sebastião do Paraíso a cidade propriamente dita, possuia duas estações, sendo uma da Mogiana e outra da São Paulo-Minas, e é desta última que vamos tratar agora. Construída em 1911, ela chegou antes na cidade, e ocupava lugar de destaque por lá. Estava e está até hoje situada na mesma avenida (ex-leito ferroviário) da outra estação (Mogiana), ficando distante cerca de uns 600 metros uma da outra. Hoje a estação serve de sede ao Corpo de Bombeiros Local, está bem cuidada e ainda mantém parte das suas características originais, por lá ainda vemos os dísticos (embora apagados), a antiga caixa-d’água, a plataforma, as placas de altitude e quilometragem (refeitas, mas lá), enfim, é um local de memória, e o melhor, continua útil. Logo que a estação da Mogiana foi construída, três anos depois, as linhas das duas companhias se fundiram. Os trens de passageiros foram abolidos por volta de 1976, seus trilhos retirados por volta de 1980, e o fluxo de ferroviário saiu da cidade pouco antes de 1990, fruto de um desvio que ligava a linha diretamente a Itaú. Conversamos com os policiais, ouvimos histórias, obtivemos indicações de outras estações na região e seguimos em frente.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER SAO SEBASTIAO DO PARAISO EFSPM

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BROTAS NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 24.04.2013
DESTINO: Estação Brotas Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Brotas – SP
COORDENADAS: 22°17’16″S 48°06’42″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo com secretaria de obras da prefeitura
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Alexandre Zeri e Amarildo Lopez

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos à estação de Brotas vindos de Itirapina, e logo de cara, a rua de Paralelepídos que dá acesso a ela nos chamou bastante a atenção. Um clima nostálgico se fez presente por ali, acho que em boa parte por causa das construções antigas do prédio da estação e do grande armazém ao seu lado. Por lá, andamos, colhemos fotos e vídeos, conversamos com alguns trabalhadores do local que nos contaram suas lembranças, sempre com uma grande carga saudosista, típico de quem viveu o universo ferroviário a fundo. Por lá funciona hoje um departamento da prefeitura municipal, (o de infra-estrutura, se não me engano) suas oficinas e também a garagem. É um prédio bonito e o contraste do seu amarelo com o azul do céu, nos deu belas imagens daquele conjunto arquitetônico, que um dia foi de suma importância para a localidade, certamente hoje, não mais. Andei por lá, vi a plataforma em detalhes, as plaquetas de sinalização, a cabine de controle, mas não havia por lá as placas nem de quilometragem, nem de altitude. Fiquei sabendo que a estação esteve abandonada por vários anos e foi reformada pela prefeitura para abrigar seções do órgão. Esta é a terceira estação da cidade, tendo sido construída pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro em 1929, juntamente com a mudança (retificação) do trecho que segue até Jaú. Trens de passageiros passaram por ali até 2001, e até hoje a linha é utilizada para o escoamento de cargas no sentido Santos, pela ALL e MRS. Foi bom ter conhecido aquele local, a energia emanada por lá é perceptível, enfim, por enquanto é isso.


PANORÂMICAS DA ESTAÇÃO:

Com o compromisso de oferecer o máximo de detalhes que puder colher cada local visitado, agora disponibilizo também imagens panorâmicas, para que tenham a sensação não só da estação, como também do seu entorno, espero que curtam.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BROTAS

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URUPÊS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.12.2012
DESTINO: Estação Urupês
LOCALIZAÇÃO: Município Jardinópolis – SP
COORDENADAS: 20°95’49.42″S 47°84’51.16″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1921
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou da estação no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos a Urupês vindos de Cresciúma pelo meio de infindáveis canaviais. Urupês já há muito não existe mais e no seu local hoje funciona uma espécie de depósito ou base de apoio para equipamentos agrícolas (possivelmente de alguma usina sucroalcooleira da região). O local fica num corte de terra, formando um grande barranco por onde imagino ter passado a linha do Ramal de Igarapava. Viemos acompanhando o trecho desde a estação de Cresciúma, até chegarmos ao local, por onde não pudemos passar devido a cerca de arame farpado, as concertinas nada amistosas e ao portão fechado. Em tese o ramal passava pelo grande vão de terra e nós, tivemos que passar pela estrada ao lado para conseguirmos as imagens e os vídeos que precisávamos. Urupês foi fechada em 1962 e o ramal em 1979, e por lá atualmente, só as britas pelo antigo leito férreo ainda fazem lembrar que por ali um dia já passou um trem. De lá seguimos para Guajuvira…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MANOEL DA NÓBREGA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Manoel da Nóbrega
LOCALIZAÇÃO: Município Pedro de Toledo – SP
COORDENADAS: 24°13’32.42″S 47°17’16.06″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém só alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, aparentemente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Manoel da Nóbrega é a estação do Ramal de Juquiá mais distante do litoral em que fomos naquele dia. Ela fica depois de Martim Afonso, no sentido de Musácea, e está localizada numa região tomada por plantações de bananas. É um prédio tímido, com uma cobertura de telhas de amianto, com placas já desgastadas e nomes pouco legíveis, estando bem próximo da ponte que cruza o Rio Itariri, aonde dizia a placa, há a prática de esportes radicais, porém, eu não vi nada naquele dia. Os trens de passageiros passaram por ali pela última vez em 1997 e de lá para cá, o abandono e o esquecimento tomaram conta do lugar. Existem ao lado da estação uma espécie de pomar, uma pequena vila com um empório e algumas casas. Depois de documentar o local, fiz uma paradinha ali para um gole de cerveja extremamente gelada. Valeu a pena.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER MANOEL DA NOBREGA

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MAIPÚ*

ESPECIAL ARGENTINA
Nas seções especiais, diferentemente das demais, o intuito é mostrar de forma rápida, algumas estações em que estive fora do Brasil. É somente uma forma de compartilhar informação e vivências acerca do tema ferroviário, de forma breve, leve e descontraída. Espero que curtam.

 

ESTACIÓN MAIPÚ / Dezembro de 2010
A estação Maipú é o ponto de partida do Tren de La Costa, um trem turístico que segue até o Delta do Tigre, num passeio bem legal, especialmente para os que gostam do tema ferroviário e suas belas paisagens. Esta estação se liga através de uma ponte com outra, chamada Bartolomé Mitre, cujos trilhos vem da estação Retiro, em Buenos Aires. O Tren de La Costa apesar de ativo, me deu a impressão de decadente, com alguns sinais claros de manutenção falha e descuidos no atendimento e serviços. Ainda assim, vale a jornada.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL: