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ANA DIAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Ana Dias
LOCALIZAÇÃO: Município Itariri – SP
COORDENADAS:  24°18’12.90″S 47° 4’15.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia e lanchonete
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ana Dias é uma estação construída pela Southern São Paulo Railway, e está localizada praticamente na divisa de municípios, entre Itariri e Peruíbe, no bairro homônimo. Por lá encontramos uma vila situada entre a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega e uma outra vicinal, que percorre o antigo leito do Ramal de Juquiá, passando por dentro de Peruíbe, a qual não me recordo o nome. Hoje a estação serve de moradia, e ao que me pareceu, pelos escritos nas suas paredes externas, também como uma escola de artes. Bem a sua frente existe um campo de futebol, e ao seu lado, uma venda (lanchonete?). Por lá, ainda existem trilhos, porém, tomados pelo mato alto. A caixa-d’água, placa de quilometragem, plataforma, cobertura e mãos francesas, estão lá, mas o prédio requer cuidados. Existe um espaço largo na frente da plataforma, que certamente era por onde os trilhos passavam, mas não consegui saber se havia algum desvio, ou talvez até mais de um. Ana Dias recebeu passageiros até 1997 e por lá passaram cargas até 2003, depois disso, a linha foi desativada e tudo foi abandonado. Hoje o prédio ainda resiste, e olhem o absurdo que me permito dizer: “Perto de outras que tenho visto, até que está num estado aceitável”… Dela, retornamos para o Guarujá…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER ANA DIAS

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

BUENÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Buenópolis
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°19’2.03″S 47°45’49.17″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1897
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, algumas paredes ainda resistem
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Encontrar Buenópolis não foi muito fácil, tivemos que achar um antigo morador de Cravinhos, que nos indicou o caminho das pedras literalmente, pois da velha estação, somente algumas pedras restaram no local. Um esqueleto em ruínas encravado no meio do mato, cercado por um mar de cana por todos os lados. Foi exatamente esta visão que tivemos ao chegar no lugar aonde um dia existiu um ponto de embarque de pessoas e sacarias de café. A estação foi construída para atender a Fazenda Buenópolis, que até hoje mantém o mesmo nome e tem a sua entrada principal voltada para a Rodovia Anhangüera, um tanto longe do local da estação. A primeira pista que tivemos, era de que ela estaria bem ao lado de uma enorme fileira de mangueiras que ficam atrás da cidade de Cravinhos. Chegando lá, já pelo aclive acentuado da estradinha das tais mangueiras, vi que por ali jamais poderia ter passado uma linha, pelo menos não sem cremalheira. Então fomos atrás de novas informações pela cidade afora. Conseguimos através de um andarilho que passava próximo de onde estávamos, que nos indicou exatamente, aonde segundo ele, estariam os “paredões” de tijolos aparentes, com o descritivo “Buenópolis” ainda pintado neles. Sendo assim, encontramos as ruínas do prédio, seu interior e plataforma cobertos pelo mato alto, os frontões ainda em pé, ostentando em um dos lados o nome da estação e mais nada. Tentamos entrar, cortando o mato alto com nossos facões, inclusive, foi lá que o Jeferson, meu sobrinho de 15 anos recebeu os seus primeiros ensinamentos da arte do corte com facão em canaviais, rerere… brincadeiras à parte, conseguimos documentar o local e seguimos para Bifurcação, do outro lado da cidade.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER BUENOPOLIS

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ESTUÁRIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Estuário
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°95’05.23″S 46°31’43.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: Pós 1915 (Provavelmente na década de 30, porém sem informação mais precisa)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Provavelmente demolido, porém ainda existe um posto de controle no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Estuário foi uma das mais difíceis de se obter informações até agora. Tentei por vários meios encontrar dados confiáveis a respeito de sua história e localização, cruzei os pouquíssimos dados que tinha disponíveis, e acredito que tenha chegado, se não no seu local exato, pelo menos bem próximo dele. Hoje por lá, há uma enorme avenida e um viaduto recém construídos, que modificaram bastante a cara do lugar. Seguir as linhas não foi uma saída, pois tudo por ali é muito confuso, e as linhas da estação, provavelmente já estariam desativadas ou quem sabe, até extintas. Então a técnica utilizada para chegar neste prédio novo da concessionária, foi mais uma vez a da “Tentativa e erro”, com pitadas de muita perguntação aos moradores e passantes locais. Abaixo, mostro detalhadamente aonde estivemos (posto de controle da concessionária atual) e a poucos metros dele, a localização provável do prédio original de Estuário. Espero ter contribuído para a manutenção da memória ferroviária daquela região, e já sabem, caso possuam alguma informação, imagens ou relatos referentes a estação Estuário, podem enviar, que publico aqui no post através de updates, com os créditos devidamente respeitados e divulgados. Obrigado.

DIVERGÊNCIA DE LOCALIZAÇÃO:
ESTUARIO_EARTH

FOTOS DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO (MOGIANA)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação São Sebastião do Paraíso (Mogiana)
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’54.42″S 46°59’56.31″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo como centro cultural local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação da Cia. Mogiana em São Sebastião do Paraíso é hoje um museu e a casa da cultura do município. Está reformada, com pintura nova e muito bem cuidada, estivemos lá vindos de Ipoméia, que partindo de Ribeirão Preto, é a estação anterior. Por lá, já não existem mais trilhos, desvios ou composições, mas ainda estão, os dísticos, as placas de quilometragem e altitude, as lousas, a plataforma, as plaquetas de sinalização interna das salas, hoje adequadas às suas novas funções e a caixa-d’água bem ao fundo e um pouco afastada. Enfim, muita coisa por lá ainda resiste ao tempo com ajuda da prefeitura, o que é muito bom. Andamos por todo o interior do prédio e também ao seu redor, vimos a praça construída aonde era o antigo pátio de manobras, objetos antigos expostos na plataforma, a exposição fotográfica que acontecia dentro do hall da estação (vide fotos e mini-filme), com destaque especial para o ladrilho original que ainda recobre o piso da estação. A estação da Cia. Mogiana fica na mesma avenida a alguns metros (500 ou 600 talvez?)  da outra estação da cidade, a da E.F.S.P.M. (Estrada de Ferro São Paulo e Minas), que é mais antiga e por onde nós também passamos no mesmo dia para conhecer. De lá, trouxemos a imagem de um prédio íntegro, muito belo, e que bem conservado como está, pode oferecer muito ainda aos seus visitantes. É uma opção interessantíssima para quem estiver por lá, seja ou não um entusiasta do tema ferroviário.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
SAO_SEBASTIAO_DO_PARAISO_MOGIANA_POSTER_OFICIALnet

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VENERANDO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Venerando
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Pardo – SP
COORDENADAS: 21°31’22.62″S 46°54’24.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, restaurado, particular e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Venerando é uma estação muito bonita e encontra-se bem conservada até hoje, o que é raro. Estive lá, e pude ver o cuidado que os atuais proprietários dedicam a ela. É uma estação no padrão Mogiana, um prédio de tijolos aparentes pintados de amarelo, cercada, e com um jardim bem feito na sua frente. Como não pude entrar, não posso afirmar nada sobre as placas de quilometragem e altitude, ou mesmo as lousas, mas acredito que possam sim estar lá. O dístico está bem visível no frontão, e ao seu redor, um pouco à frente, somente algumas casas ainda resistem. Encontrá-la foi relativamente fácil, pois além de todos a conhecerem naquela região, ela fica às margens de uma rodovia asfaltada que vem de São José do Rio Pardo, sentido Mococa, mas pelo que vi, o asfalto não dura muito após a entrada para Venerando. Ao que parece, pelo menos esta estação, remanescente do extinto Ramal de Mococa, terá vida longa. Espero…

COMPLEMENTO ADICIONADO EM 25.04.2013 – Gentilmente enviado por Sérgio Trinca
“Em anexo estou lhe enviando fotos da Estação Comendador Guimarães tiradas de fita VHS, Estação de São José do Rio Pardo, Estação de Venerando, desmanche da estrada de ferro de Mococa e o trem tombado na estrada de ferro “Maria Fumaça”. Espero ter ajudado.”

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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ITAPEMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Itapema
LOCALIZAÇÃO: Município Guarujá – SP
COORDENADAS: 23°56’22.81″S 46°18’28.65″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1893
CONSTRUÇÃO: Companhia Balneária da Ilha de Santo Amaro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é hoje ponto de travessia de barcas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Itapema continua lá, exatamente no local em que sempre esteve, só que a diferença agora, é que não serve mais como estação de embarque das barcas por um lado, e do Tramway (bonde que circulava na via urbana) pelo outro. Tendo hoje restado apenas o lado das das balsas. Inicialmente eu havia pensado que o ponto da linha tinha o seu início no local atual de embarque das balsas entre o Guarujá e Santos, então fui até lá para documentar o local, porém, olhando um conjunto de mapas e confrontando algumas informações locais, percebi um equívoco e consegui corrigí-lo a tempo. A linha não passava no embarque de balsas atual, mas sim, na antiga “Estação das Barcas”, que fica do outro lado do Guarujá, mais precisamente em Vicente de Carvalho, e que com este nome, não deixava margens para dúvidas acerca de sua função férrea. Então, sendo assim, para lá rumamos. Chegamos até ela através da Avenida Santos Dumont, que era por onde o tramway passava até chegar ao centro do Guarujá, tendo o seu ponto final quase que em frente ao Hotel Casa Grande, que a propósito, já existia naquela época, idos de 1893. Itapema está em plena atividade e serve a muita gente, fazendo o papel de chegada e partida das muitas travessias de passageiros entre Santos e Vicente de Carvalho, distrito do Guarujá. É um prédio simples, com um telhado de “2 águas”, e três portões frontais, sendo o central maior e os outros 2 menores. Lembra um relógio “Cuco” quando visto de frente. Itapema era o nome daquela região quando a estação foi construída, e ainda hoje é o nome do bairro em que ela está, sendo um bairro bastante popular, com muitos vendedores ambulantes e trânsito confuso, pois ônibus, motos, pedestres, carros, pequenos caminhões, carroças e bicicletas circulam o tempo todo. Estacionar a “Pretona” por lá, foi uma epopéia, mas conseguimos e o local foi documentado. Hoje nada mais resta da parte ferroviária de Itapema, e é quase imperceptível o fato de um dia ter existido um trem urbano por ali. Itapema foi e ainda é um ponto importantíssimo para a história do Guarujá, de Santos e, provavelmente para boa parte da baixada santista. Ter estado lá foi muito bom e de lá, seguimos para Bento Pedro, outro mistério que teria que ser desvendado por nós…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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SANTA ELISA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.11.2012
DESTINO: Estação Santa Elisa
LOCALIZAÇÃO: Município Luís Antônio – SP
COORDENADAS: 21°32’0.65″S 47°39’5.41″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, absolutamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Claudinéia de Marchi, Dog e Junior

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Em Santa Elisa não sobrou absolutamente nada da antiga estação. Apenas o leito da linha, que é hoje uma estrada de terra, corre por entre as fazendas e outras propriedades rurais de menor porte. Estive lá, encontrei o local exato em que a antiga estação um dia existiu, mas ele está hoje tomado pela plantação de eucaliptos de um lado e cana-de-açúcar do outro. Ainda que não no seu local exato, pois este, está há pouquíssimos metros mata adentro (uns 10 ou 20 metros talvez), consegui documentar todo o seu entorno, e estabelecer uma boa referência, que é uma única árvore grande entre os eucaliptos e a cana. Ela está bem ao lado de onde um dia existiu a estação Santa Elisa (ou Eliza, como queiram). Bem, por lá além da “macumba” no cruzamento da estradinha pouco à frente da estação, pouco se tem para falar, o mini-filme e as fotos completam este relato melhor do que estas palavras. De lá seguimos para a Prainha do Tamanduá, a fim de conhecermos este aprazível ponto turístico de São Simão, cidade vizinha…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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SÃO CARLOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação São Carlos
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 22° 1’22.53″S 47°53’44.37″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Rioclarense
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, serve como espaço cultural da cidade
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Raul Otuzi de Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
São Carlos é ainda hoje uma bela e grande estação, de onde no passado partiam 2 ramais, sendo um para Água Vermelha e outro para Ribeirão Bonito, mas ali também existiam outros 2 ramais lenheiros menores, que atendiam às serrarias locais e como se não bastasse, no por lá também circulavam bondes urbanos. Devia ser bonito de ver toda aquela atividade ferroviária tão variada e num memso local, não é? Estivemos lá, vindos de Ibaté e pudemos colher material a vontade, visto que a estação é hoje um espaço cultural municipal amplo e de acesso livre. Vimos trens em movimento, vagões abandonados, a “gare” ainda imponente, o enorme e triste armazém em frente da estação, dísticos, guichês muito bem cuidados, relógio no pátio, placas de sinalização das salas, placa de quilometragem e altitude, cabine de controle de tráfego, enfim, tudo está lá, pronto para ser visto por quem quer que seja. É só ir, simples assim. São Carlos possui uma história ferroviária riquíssima, assim como Araraquara, tanto que as suas estações são bastante semelhantes, apesar de uma ser amarelada e outra rosada, mas sabemos que isso é só um pequeno detalhe. Pelo chão do pátio existiam poemas e textos de autores renomados e também de desconhecidos (vide fotos e mini-filme), nos trilhos dos desvios, composições abandonadas e o já tão conhecido mato alto, também marcavam presença por lá. Isso sem contar que por todo lado da estação, havia aquele clima nostálgico com tempero férreo, que fascina tanta gente até hoje, sejam novos ou velhos indistintamente. Falo isso, pois o pequeno “Romeo”, filho do meu sócio, com menos de 3 anos, já é fascinado por trens, sem sequer ter tido contato real com um, fico imaginando quando o “Romeozinho” passar por este momento, será certamente mágico e memorável.  É um pena que os trens de passageiros estejam cada vez mais raros, diminuindo muito a possibilidade de contato com as novas gerações. Mas, voltando a São Carlos, ainda consegui encontrar um rapaz que perambulava por lá com um cabo de vassoura  na mão, e o curioso é que enquanto caminhava, executava técnicas precisas de “Jo-Jutsu”, uma arte marcial baseada em combate e defesa com bastões (vide mini-filme). Seria ele um guardião do local? Tomara…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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SAMARITÁ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Samaritá
LOCALIZAÇÃO: Município São Vicente – SP
COORDENADAS: 23°59’23.90″S 46°28’38.75″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e aparentemente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Samaritá me despertou a atenção primeiro pela sonoridade do seu nome, depois por ser um enorme pátio de entroncamento, que ligava a linha que vinha de Juquiá a que seguia para Mairinque e que que gerava um trânsito intenso, tanto de cargas quanto de passageiros. O lugar é afastado de São Vicente, mas hoje, as distâncias já não são um grande problema, portanto, foi fácil chegar até ela. Andei por lá, vi o estado de abandono total em que tudo se encontra, localizei a estação, toda pintada de cores gritantes (me lembrou o Pelourinho) e, ao que parece, servindo de moradia, estando cercada apenas em um dos lados, o do fundo. Samaritá era uma vila distante e na década de 60, teria servido de depósito de lixo tóxico da Rhodia, aonde eram jogados toda sorte de resíduos químicos, inclusive o Pentaclorofenol ou Pó-da-China, que acabou por contaminar toda aquela região e muitos dos seus moradores, tanto que alguns andavam a pé somente sobre os trilhos, pois havia casos de contaminação por toda a região, e o único lugar minimamente seguro era o leito ferroviário, pois ali embaixo, certamente ninguém tinha enterrado detritos, lixo ou qualquer outra substância tóxica. Sabendo disso tudo, entende-se a carga negativa que sente-se no local. Muito disso provavelmente vem do ar de abandono, mas não só dele. Lá existem composições enferrujando por todo o pátio tomado pelo mato, algumas ainda na linha e outras fora. Os prédios relacionados ao universo férreo, estão em ruínas e por ali já não circulam trens há muito tempo. Subindo na passarela que existe ao lado da antiga estação e olhando para os lados, tem-se uma noção exata do que aquele lugar é hoje, e também pode-se imaginar o que ele foi um dia. Obviamente que tomando alguns cuidados, pois por ali, encontrei alguns rapazes, que não me pareciam dispostos a colaborar com o Projeto Estações Brasileiras não, mas segui em frente, afinal estava lá para aquilo e era o que seria feito naquele momento, com ou sem o “auxílio” deles. De lá, seguimos para Doutor Alarico, pouco à frente, no sentido São Vicente…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER SAMARITA

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ENGENHEIRO ROSA MARTINS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Engenheiro Rosa Martins
LOCALIZAÇÃO: Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 21°42’31.15″S 48°12’13.03″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1927
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Engenheiro Rosa Martins está dentro de uma propriedade particular e tivemos que colher as imagens, apenas de onde conseguíamos vê-la e, claro, por trás do alto muro que a cerca. Está localizada num bairro chamado Recanto do Nobres, próximo da Chácara Flora de Araraquara, bem no caminho entre a cidade e o distrito de Bueno de Andrada. Encontrá-la foi difícil, pois não havia referência na internet acerca de sua localização, e como ela está atualmente fora do leito, a gente teve que garimpar maiores informações lá mesmo no local. Numa chácara logo a frente da estação, obtivemos a informação que precisávamos, então voltamos até o local e a encontramos por trás não só do fatídico muro, mas de altas árvores e arbustos também. Ela fazia parte do tronco da Cia. Paulista, mas hoje está há uns 150 metros do leito, e deve ter ficado fora, por causa de alguma retificação (eu acho). De longe, vimos a plataforma onde possivelmente o caseiro lavava o seu carro tranquilamente. Tentamos chamá-lo e pedir autorização para vermos tanto o prédio da estação, quanto os da vilinha ferroviária ao seu lado de perto, mas não fomos atendidos. Olhamos ao redor (pelo menos por onde deu) e nada de caixa-d’água, dísticos, trilhos ou qualquer sinal claro de atividade férrea. Sendo assim, documentamos o que foi possível e seguimos para Bueno de Andrada para comermos as suas fabulosas coxinhas e tomarmos uma bela cerveja geladíssima…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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