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FRANCA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Franca
LOCALIZAÇÃO: Município Franca – SP
COORDENADAS: 20°31’58.89″S 47°24’46.21″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo à prefeitura e também de terminal rodoviário
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Chegamos em Franca ouvindo uma “pregação” ao vivo numa rádio local, que de tão fervorosa, e espalhafatosa, beirava um número circense (beirava…) e depois de alguns minutos ouvindo aquela gritaria invocando divindades, finalmente chegamos na estação de Franca e pudemos ver de perto a situação atual daquele trecho da Linha do Rio Grande. É um prédio comprido, bonito, com um estilo diferenciado (Art Nouveau?), com dísticos legíveis, compostos por uma família tipográfica bastante moderna para a época, tem uma plataforma enorme, coberta por telhas metálicas e suportada por inúmeras mãos francesas pintadas de vermelho vivo, destacando-se no meio daquele lugar acinzentado e semi-abandonado. Mas tem um arremedo de caixa-d’água de um lado do prédio, que hoje é usado por uma companhia rodoviária como terminal. Trilhos, há muito já não existem. Hoje o entorno da estação é um local movimentado, pois uma grande avenida ocupa o local do antigo pátio de manobras, está repleto de bancos e empresas diversas, enfim, completamente urbanizado. Andamos por lá, vimos promessas de inclusão digital por meio de uma placa do governo (vide mini-filme e fotos), embora achássemos que aquele local é quem devesse ser incluído novamente na vida das pessoas, servindo a algo maior, mais importante e mais nobre do que apenas um “abrigo de mendigos” ou grande provedor “wi-fi”. Enfim, de lá, seguimos para Restinga… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
POSTER FRANCA

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

JOSÉ HONÓRIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.05.2012
DESTINO: Estação José Honório
LOCALIZAÇÃO: Município São Sebastião do Paraíso – MG
COORDENADAS: 20°54’53.24″S 47°04’10.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1911
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, nada restou no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos na região de São Sebastião do Paraíso em busca da estação José Honório, mesmo sabendo de antemão que ela havia sido demolida há anos, ainda assim, acreditávamos que poderíamos encontrar algo, nem que fossem apenas resquícios da sua plataforma, mas não, nem isso conseguimos. Chegamos ao local exato em que, segundo nossas pesquisas teria existido o antigo prédio, o local está dentro de uma fazenda por onde o antigo leito da Estrada de Ferro São Paulo e Minas passava (e ainda passa, apesar de desativado), pudemos chegar ao local e, hoje por lá, há apenas mato e uma cerca velha (vide fotos abaixo). Depois de algum tempo, fomos abordados por um casal (provavelmente donos do local, uma fazenda linda, diga-se de passagem), a quem perguntamos sobre a existência da estação, mas nada sabiam, a não ser “de ouvirem falar” que há muito, sim, houve uma estação por ali. Andamos, tentamos encontrar mais depoimentos, mas nada conseguimos, então de lá voltamos para Guardinha, onde conhecemos um Cristo e uma igreja que ficam no alto do Morro da Mesa, de onde se tem uma vista magnífica (vide fotos abaixo), desfrutamos de um simpático riachinho e seguimos nosso caminho.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.
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JAPI

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Japi
LOCALIZAÇÃO: Município Guaxupé – MG
COORDENADAS: 21°16’56.90″S 46°41’24.18″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Japi fica bem próxima de Guaxupé, na estrada que vem de Biguatinga, atualmente asfaltada. Está cercada, mas é perfeitamente visível das margens da estrada, de onde conseguimos todas as imagens. É um prédio nos padrões da antiga Mogiana, com um armazém amarelo de um lado, uma casa de turma do outro e uma palmeira na frente. O dístico de um dos lados ainda está legível (Japy). Não tive acesso ao interior do prédio, nem a plataforma, portanto não pude ver se as lousas ou placas de quilometragem ainda resistiam por lá, também não vi caixa-d’água por perto. Japi não possui mais trilhos há anos e hoje serve de depósito, com uma família morando na casa de turma logo à frente. O tal depósito amarelo está abandonado, mas é ainda uma construção vistosa. De lá, voltamos para Guaxupé…

FOTOS DO LOCAL:

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PÂNTANO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 20.10.2012
DESTINO: Estação Pântano
LOCALIZAÇÃO: Município Descalvado – SP
COORDENADAS: 21°56’39.11″S 47°40’7.44″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1891
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, porém uma casa foi construída sobre sua plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fui até Pântano em Descalvado, motivado principalmente pela cachoeira conhecida como Salto do Pântano, que fica praticamente ao lado do local onde um dia existiu a antiga estacão homônima. Ela fazia parte do ramal descalvadense (de bitola estreita) e que durante sua existência serviu basicamente para transportar café e, claro, os moradores da cidade até a cachoeira, para desfrutarem de bons momentos de lazer. Hoje o que existe por lá é somente uma casa, que dizem os locais, está construída sobre a plataforma da antiga estação, mas como comprovar isso de fato? Aparentemente a história confere, tanto pela sua posição geográfica, quanto pelas características construtivas e também pelos relatos. A casa já não guarda mais traços da estação, a não ser pela sua base alta, provavelmente resquício da plataforma. Serve hoje de moradia, está cercada e tem muita vegetação na sua frente, dificultando a sua visualização. Ao seu lado, a cachoeira passa quase que despercebida para quem trafega pela estradinha de terra, pois o mato encobre a visão e, se não fosse pelo barulho da queda d’água, ninguém diria que lá existe uma beleza natural tão imponente como aquela. Exploramos primeiro a estação, mas depois, como não podia deixar de ser, descemos até lá embaixo, e pudemos trazer imagens esplêndidas dela para vocês. Espero que gostem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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ALTO DO CORCOVADO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.12.2012
DESTINO: Estação Alto do Corcovado
LOCALIZAÇÃO: Município Rio de Janeiro – RJ
COORDENADAS: 22°95’16.27″S 43°21’05.94″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso pelo trem turístico do Corcovado
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1884
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro do Corcovado
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é basicamente o ponto final da linha coberto por uma lona
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Rodrigo Faustino, Daniel Calil, Guilherme Garcia Gomes e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Alto do Corcovado, se não é das mais belas pelo seu estilo arquitetônico, está sem dúvida num dos mais belos lugares do Mundo. Com uma vista maravilhosa, de lá entendemos perfeitamente os porquês, do apelido da cidade, pois é simplesmente um visual arrebatador, único, hipnotizante. A Estrada de Ferro do Corcovado foi inaugurada por Dom Pedro II, já foi a menor ferrovia do mundo em extensão, já transportou personalidades como Albert Einstein, Princesa Diana, o Papa João Paulo II, Michael Jackson, e agora, nós do Projeto Estações Brasileiras né? Brincadeiras a parte, este pequeno, íngreme e pitoresco trecho ferroviário, é cativante não só pela sua história ou sua localização, mas pela força das experiências vividas por quem faz a curta viagem pelo trecho, por cada parada pelo caminho, cada casa, cada árvore carregada de jaca como nas histórias do Zé Carioca e seu amigo Pedrão, enfim, cada estalo mágico de memória que ficará por toda uma vida guardado dentro de cada um, pronto para socorrê-lo quando necessário, naquelas horas ruins. A estação Alto do Corcovado propriamente dita, pouco oferece, mas a jornada percorrida até ela, me fez um bem danado, e acho que pode fazer para vocês também… Ah, tem um samba promovido pelos locais dentro dos trens que atrapalha toda esta contemplação e introspecção, mas como lá não é lugar de terapia, relaxem e aproveitem a “trilha sonora” do evento, rerere…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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JÚLIO TAVARES

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.01.2013
DESTINO: Estação Júlio Tavares
LOCALIZAÇÃO: Município Tapiratiba – SP
COORDENADAS: 21°23’0.71″S 46°45’18.77″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1904
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Marcelo Freitas

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Saímos em busca de Júlio Tavares, vindos de Guaxupé, sob um calor escaldante, por entre morros, matos e estradas de terra até finalmente a encontrarmos. Ela fica bem próxima da divisa estadual entre Minas e São paulo, tanto que algumas das fotos que verão abaixo são de um antigo aqüeduto perto da estação, ele porém, fica em Minas (Guaxupé), enquanto ela, fica em São Paulo (Tapiratiba). O aqüeduto deu um belo complemento à expedição naquele trecho, pois é uma construção belíssima. Andar por lá e poder ver “in loco” a verdadeira situação do prédio, do seu entorno e de todos os detalhes que o envolvem é um privilégio que nunca deixarei de valorizar e reconhecer, afinal são poucos os que podem se submeter a isso. E eu tenho podido… Os trens de passageiros há mais de 30 anos não passam por lá, a linha já foi retirada também há tempos e o que restou por lá foi basicamente o prédio, a plataforma, suas lousas, dísticos, a base da caixa-d’água e uma casa de turma logo à frente. O prédio está aparentemente bem conservado, tinham acabado de pintá-lo quando estivemos lá (tinha até lata de tinta vazia jogada pela plataforma), e ao que parece, serve de depósito. Está fechado e não encontramos ninguém lá para nos dizer mais detalhes sobre ele. De lá, seguimos para Moraes Salles, naquele mesmo calor…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

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SANTOS (VALONGO)

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Santos (Valongo)
LOCALIZAÇÃO: Município Santos – SP
COORDENADAS: 23°55’51.97″S 46°20’0.35″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda circulam bondes por ali)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado e em pleno uso pela secretaria de turismo
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na antiga estação do Valongo, como era conhecida a estação Santos, da antiga São Paulo Railway, hoje desativada, e pude ver de perto como andam as coisas por lá. Era um dia chuvoso e isso dificultou um pouco a nossa exploração, mas nada que comprometesse a jornada. Hoje a estação, tombada desde 2010 é da prefeitura local, e nela funcionam a secretaria municipal de turismo, e pelo que vi, também um restaurante-escola chamado Estação Bistrô fruto de uma parceria com uma universidade local. Ao lado, ficam as garagens dos bondes turísticos, e praticamente em toda a sua volta, enormes galpões portuários. Andar por aquela área é uma visita ao passado, quase tudo é histórico e de alguma forma desperta nostalgia, e comigo não foi diferente. Foi dela que partiu o primeiro trem do estado de São Paulo, portanto imaginem a quantidade de história acumulada que aquele prédio não possui? É um prédio bonito, imponente, todo pintado de amarelo, com uma grande cobertura frontal, por onde hoje passam (ou passavam) os bondes turísticos, enfim, é um local que merece ser visitado não só por quem se interessa pelo tema ferroviário, mas por todos que nutrem o mínimo de sentimento pela história brasileira. Não consegui ir até os fundos da estação e ver o imenso pátio, nem as plataformas de onde partiam os trens de carga e passageiros, mas um dia certamente volto lá. De lá seguimos para Alemoa… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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POSTER SANTOS VALONGO

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ESTAÇÃO 28

DATA DA EXPEDIÇÃO: 29.09.2012
DESTINO: Estação 28
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS: 21°10’33.65″S 47°41’52.24″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (ainda em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1963
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas a plataforma ainda existe
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estação 28, mas pode me chamar de Quilômetro 3… Foi bem isso que percebi quando cheguei ao local da antiga estação da E.F.S.P.M. em Ribeirão Preto. Hoje, encontra-se localizada atrás de vários condomínios na zona leste da cidade, está dentro de uma fazenda e acessá-la não foi, digamos, confortável. Eu e a Néia estávamos indo ao Shopping quando decidi alongar um pouco o caminho e passar pelas redondezas da Estação 28, e a partir daí, a mudança de destino foi automática. Depois de alguns caminhos frustrados, conseguimos chegar até ela por um trajeto bem mais longo, mas que deu certo e resolveu a questão. A Estação 28, com o fechamento do trecho entre Bento Quirino e Ipaúna (Serrinha), passou a se chamar Quilômetro 3, pois a contagem passou a ser realizada a partir de Evangelina, daí a razão do conflito de nomes. Hoje o local está há poucos metros da linha tronco que segue rumo a Cravinhos, num trecho onde só circulam trens vindos de Biagípolis, carregados de açúcar e álcool. Estação 28 é apenas uma plataforma (até que grande), no meio do mato, sem paredes, sem armazém, sem caixa-d’água, sem desvios, enfim, sem nada. Uma cerca de arame farpado percorre toda a lateral da linha naquele local, e para entrar lá, a Néia teve que esticar o arame e eu tive que passar pelo vão… Programão para quem ia pro Shopping nénão? Brincadeiras a parte, foi mais uma estação catalogada que valeu muito a pena, e de lá enfim, fomos para o Shopping…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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CORONEL CORRÊA NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Coronel Corrêa Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS: 21°45’30.33″S 47°11’0.78″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1948
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, assim como todo o seu entorno
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Raul Otuzi de Oliveira e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Coronel Corrêa Nova remonta a minha infância, é um lugar por onde passei mensalmente junto com o meu saudoso avô Pedro, quando entre 1982 e 1990 ele ia de Ribeirão Preto a Aguaí para receber a sua aposentadoria. Por quase 10 anos eu viajei por aquele trecho, por isso quando cheguei a Coronel Corrêa Nova e a vi naquele estado, quase chorei. Apesar de ser uma estação pequena, sempre me chamou a atenção, pois ficava no meio do nada e mesmo criança eu pensava: “Mas afinal de contas, por quê construiram uma estação aqui?”. Andamos por lá, vimos o prédio por dentro, por fora, as casas ao fundo já tomadas pelo mato altíssimo, vagão abandonado num desvio desativado, a caixa-d’água sobre uma base de concreto, e claro, um poço bem grande e profundo nos fundos da estaçãozinha, repleto de samambaias crescendo por entre os tijolos. Tudo lá está quebrado, desgastado, esquecido ou enferrujado e o abandono impera há anos. Depois de tanto tempo, somente agora soube que em Coronel Corrêa Nova, antigamente existiam linhas dos 2 lados da estação, mesmo tendo passado por lá quando criança, nunca havia me alertado a este fato. Talvez porque naquela época (meados da década de 80), a linha dos fundos da estação já tivesse sido removida. Chegar lá não foi fácil, andar por lá num calor sufocante também não, entrar na base do facão no meio do matagal para tentar obter alguma imagem de dentro das casas abandonadas tampouco, mas, como quase sempre acontece, fomos agraciados com belas imagens e pudemos sentir na pele o que o tempo com uma grande ajuda do descaso, podem fazer a um lugar. Coronel Corrêa Nova é hoje um pequeno monumento à história ferroviária da Mogiana na região de Casa Branca… Bem como tantos outros em outros lugares, sobre outras companhias ferroviárias… Coitados.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTER CORONEL CORRÊA NOVA

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_05

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AREAIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 09.11.2012
DESTINO: Estação Areais
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS:  23°51’43.31″S 46°23’48.32″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, um entroncamento em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1897
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, hoje no local apenas um container serve como abrigo
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Nossa Senhora! Foi isso que disse a mim mesmo quando vi o acesso a Areais. Uma forte chuva nos acompanhou o tempo todo, estradas movimentadíssimas por caminhões entrando e saindo de indústrias e pátios de carga na região de Cubatão, muito barro, buracos, quedas de barreiras, enfim, ali entendi que deveria estar mesmo decidido a encontrar Areais para superar tudo aquilo. O local da antiga estação é hoje um entroncamento, que une as linhas da ALL com as da MRS e fica atrás da Ecopátio Logística, da Usiminas e próximo da Yara Fertlizantes (vide mapa abaixo). Lá apenas um container faz a função de abrigar um funcionário responsável pelo local, pois é muito movimentado (por trens, claro). Até perguntei para o funcionário se existia uma saída mais fácil dali, mas a resposta foi negativa e tive que voltar por onde vim, o que definitivamente não foi legal não. Areais hoje é isso, um container, desvios, britas e dormentes empilhados. O prédio da estação se um dia houve um, não deixou nenhum sinal por lá.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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