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MARTIM AFONSO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Martim Afonso
LOCALIZAÇÃO: Município Pedro de Toledo – SP
COORDENADAS: 24°14’8.44″S 47°16’4.73″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1929
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Martim Afonso (antiga Iberá) e pude ver de perto a situação de abandono em que ela se encontra. A estação é de difícil acesso, mas vale a pena o esforço para se chegar até ela. Caixa-d’água, plataforma, mãos francesas, cobertura ainda que precária, sinalização de quilometragem, tudo ainda lá, mas sem utilidade, sem uso, enfim, sem vida. Andei por ali, explorei os arredores, pude ver a imponente caixa-d’água de perto, com sua estrutura de ferro bem desgastada pela ação do tempo, também falei com pessoas que moram num vilarejo mais a frente da estação, porém ninguém conhecia muito a história da estação, apenas o nome, e que tinha sido desativada há tempos. Encontrei o nome Martim Afonso grafado com “N” na placa da própria estação, porém alguém fez uma “correção” e colocou um “M” no lugar, já que o militar português cujo nome batiza o local é escrito mesmo com “M” mesmo. A estação fica no meio de uma plantação enorme de bananas, que é bem comum naquela região, e ao seu redor, o mato cresce abundantemente. Foi um dia bastante produtivo e de lá seguimos para Manoel da Nóbrega.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MORRO DO FERRO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Morro do Ferro
LOCALIZAÇÃO: Município Pratápolis – MG
COORDENADAS:  20°48’23.22″S 46°53’34.42″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1915 (Data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, restam apenas vestígios da base da plaraforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Localizar a estação Morro do Ferro foi uma tarefa bem difícil. A equipe que me acompanhou desta vez, foi grande e já vínhamos bem cansados desde Itamogi, percorrendo todas as estações do Ramal de Passos  da Companhia Mogiana. As informações disponíveis não eram suficientes para encontrarmos o local exato, portanto tivemos que seguir até os arredores e ir “garimpando” informações e indícios de onde poderia ser a real localização da antiga estação. O Morro que batizava a estação (provavelmente uma parada) fica ali nas redondezas, onde também encontramos uma ponte de ferro sobre um pequeno riacho, e seguindo o leito da linha por uma estrada de terra paralela, chegamos a uma casa, onde o morador nos mostrou o local exato onde ainda existem os restos do prédio e plataforma. ” – É bem ali embaixo daquela palmeira!” falou o morador, apontando para a árvore logo atrás da gente. Agradecemos, pulamos cerca, atravessamos o riacho, subimos o morro tomado por cupinzeiros, passamos por bambuzais até que finalmente achamos o que procurávamos, os restos da estação Morro do Ferro. Mesmo que somente pedaços de concreto e tijolos no chão e no meio do mato, ainda assim, a emoção da turma foi grande, afinal acabávamos de conseguir o nosso objetivo maior naquele dia. Fotografamos o local, filmamos, andamos ao redor para ver se existiam mais resquícios, mas nada. Então, seguimos o leito real da linha até a ponte de ferro, mas não sentimos segurança para atravessá-la, então voltamos ao local da estação cavamos em alguns lugares, mas o que existia era aquilo mesmo, apenas uma base de concreto (um tipo de contra-piso), e alguns tijolos. Certos de termos encontrado o local, seguimos viagem rumo a Pratápolis, por um caminho lindo, com direito a uma enorme plantação de Girassóis que, naquele dia, diante de um céu azul incrível, nos brindou com uma das cenas mais lindas que vi na vida. Que dia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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MIRAGAIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Miragaia
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°55’18.88″S 47° 0’54.53″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1912
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado no meio de um laranjal
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Raul Otuzi e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Miragaia está incrustada no meio de uma plantação de laranjas  na região de Casa Branca. Chegamos até ela vindos de Orindiúva, alguns quilômetros antes (ou depois, dependendo do ponto de vista), onde também prevalece o abandono. Miragaia está fora da linha-tronco devido as várias retificações feitas, mas a linha ainda passa bem próximo, talvez a uns 300 ou 400 metros dela. O prédio está em pé, os dísticos estão lá, ainda legíveis, uma enorme rachadura na parede chama bastante a atenção, algumas pichações por fora, por dentro um fogão a lenha todo quebrado, o assoalho destruído na maioria dos cômodos, exceto na entrada, onde um piso cerâmico com motivos florais chamava nossa atenção, portas e janelas de madeira envelhecidas, teto com telhas francesas e forro de madeira com molduras, enfim, deve ter sido um prédiozinho bem charmoso, pois até hoje esbanja detalhes. Andamos por todo lado, o observamos de diversos ângulos e pudemos colher belas imagens da estaçãozinha, que hoje encontra-se separada do seu motivo maior de ser… a linha. De lá, seguimos para Lagoa Branca…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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CANAÃ NOVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Canaã Nova
LOCALIZAÇÃO: Município Sao Simão – SP
COORDENADAS:  21°24’10.40″S 47°37’12.76″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1964
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Canaã Nova está isolada no meio de uma região tomada por eucaliptos e, mais recentemente, cana-de-açucar. Chegar até ela foi difícil, pois os caminhos por ali não nos levaram sempre aonde desejávamos, mas enfim, deu certo e pudemos documentar mais esta estação para compartilhar com vocês. Nessa expedição fui acompanhado pelo meu sobrinho Jeferson e a aventura foi das boas. Pelo caminho, encontramos uma imagem de Jesus de braços abertos abandonada no meio do mato (vide fotos abaixo), atravessamos uma ponte de madeira de estrutura bem duvidosa, desbravamos matagais, picadas estreitas, trilhas esburacadas até enfim, chegarmos a Canaã Nova. A estação apesar de isolada, está em pé, com seus dísticos legíveis, a sinalização de altitude e quilometragem, estava anotada no concreto frontal da plataforma, rente aos trilhos, e não nas placas características vistas até então, a caixa-d’água, vimos logo a frente, localizada entre a vila ferroviária demolida e a estação. Também achei curiosa a padronagem dos pisos (2 tipos) que ainda resistem no interior do prédio, enfim, lá tinha muita coisa para se ver e um calor de matar. Que sede sentimos ali! Andamos por lá, fomos até as casas da antiga vila, que estavam completamente destruídas, restando apenas algumas ruínas de sua paredes, entramos, mas nada encontramos. Na estação, logo na porta de acesso à plataforma, nos chamou a atenção uma ossada (provavelmente de algum animal morto… espero) já seca, bem juntada num canto, que não era uma visão muito amistosa não, rerere… De Canaã Nova, seguimos para Canaã Velha, que foi uma decepção, mas isso já é outra história… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

 

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.