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PAULA LIMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 05.10.2012
DESTINO: Estação Paula Lima
LOCALIZAÇÃO: Município São José do Rio Pardo – SP
COORDENADAS:  21°37’48.75″S 46°54’8.56″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, imponente, porém abandonado e depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Pedro Gandra de Carvalho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Paula Lima é uma estação imponente localizada bem na entrada da cidade de São José do Rio Pardo, numa via marginal paralela a estrada que vem de Itobi e Casa Branca. Tem um pequeno mercado bem em frente e o bairro a sua volta é bem carente. Estivemos lá, andamos e exploramos cada pedaço do local enquanto éramos observados por alguns ressabiados moradores locais. Vimos cada detalhe, os dísticos já bem desgastados, a ampla escadaria frontal, as mãos francesas, as telhas francesas, as lousas, a plataforma e a sua cobertura ascendente (diferente das demais), porém nada das placas de altitude ou quilometragem. O galpão lateral aparentemente está sem assoalho há muito tempo e o lixo toma conta do local, além do cheiro horroroso exalado por lá. Ainda resistem os guichês de venda de passagens, os avisos em português antigo, algumas belas portas e janelas de desenhos arredondados na parte superior, além do detalhe da ferradura enferrujada dependurada numa porta, talvez para atrair boa sorte… Tomara que ainda tenha força para isso. Paula Lima é ainda um belo exemplo de arquitetura, perdida dos olhos da maioria, o que é uma pena. Ainda me lembro os dois momentos de espanto que tive ao chegar lá, o primeiro ao ver o tamanho do prédio e o segundo ao ver sua arquitetura, realmente encantadora. Fora isso, Paula Lima está abandonada, sem perspectivas e sem admiradores ou cuidadores… É de dar dó. De lá seguimos para São José do Rio Pardo…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
PAULA LIMA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

100 ESTAÇÕES POSTADAS

 

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje o projeto completa 100 estações postadas. Apesar de já ter visitado quase 300, o trabalho de editá-las, preparar os conteúdos, checá-los, gerar os mapas, posters, ilustrações e afins, é enorme, por isso acabo não conseguindo postar com a velocidade e frequência que gostaria. Ainda assim, é um marco para mim, e quero compartilhar com vocês este momento. Obrigado pelos acessos, pelas histórias enviadas e pela interação diária, que tem sido bem legal. 

Bem, é isso. Abs e conto com vocês!

CORRUPIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 13.02.2012
DESTINO: Estação Corrupira
LOCALIZAÇÃO: Município Jundiaí – SP
COORDENADAS: 23° 7’23.50″S 46°55’55.70″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1896
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, mas lá ainda existem restos da plataforma
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Corrupira é hoje apenas uma base de cimento tomada pelo mato alto, passamos por lá quando vínhamos de Jundiaí sentido Louveira. O acesso ao local da antiga estação não é dos mais fáceis, mas com atenção chegamos ao ponto exato. Fotografamos, filmamos, andamos por lá em busca de algum outro sinal do que um dia foi uma estação ferroviária, mas nada. Por lá, apenas uma pequena caixa-d’água sobre um alto suporte de concreto, a plataforma coberta pelo mato, uma escada de cimento, um poste semafórico enferrujado ao lado dos trilhos e uma casa amarela (provavelmente da turma de conserva) num nível abaixo ao da linha (por onde conseguimos o acesso até a estação) foi o que restou de Corrupira. Um jovem morador da casa foi bastante prestativo e nos levou ao ponto onde estava a plataforma, bem no Km 10.469 (demarcado num poste em frente), de onde pude ver, após uma grande curva, uma igreja ao lado de um pequeno pontilhão. Corrupira foi apenas um prédio de madeira com cobertura metálica, por isso me surpreendi por ainda existir tantos resquícios dela no local. De lá seguimos para Louveira, Vinhedo, Valinhos…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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TAPIR

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.07.2012
DESTINO: Estação Tapir
LOCALIZAÇÃO: Município Itamogi – MG
COORDENADAS:  21° 2’52.30″S 47° 1’0.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia, cercado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho, Giuliano Martins Thomaz, Rodrigo Faustino e Alexandre Neves

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Tapir é uma estaçãozinha do ramal de Passos que nos reservou uma surpresa gigantesca. Chegamos até ela, que fica próxima a um vilarejo na região de Itamogi, colhemos imagens, filmes, e conversamos com moradores locais, que nos indicaram uma curiosidade logo à frente, que era uma ponte de pedras construída há cem anos. Documentamos a estação Tapir, seus dísticos, sua plataforma bem ao lado da estrada de terra que outrora foi o leito do ramal, não conseguimos entrar, portanto não exploramos a parte de dentro da estação, onde pode ser que ainda existam as placas de quilometragem e altitude ou mesmo as lousas de avisos. Ainda existe uma base de concreto aparentemente da antiga caixa-d’água (trocada por uma “mais moderna” de plástico azul horrenda), e mais nada. De lá, seguimos até a ponte centenária, que sinceramente, foi uma das melhores experiências que tive até então neste projeto. O Sr. Chico Duduca (espero ter escrito corretamente seu nome), que mora no lugar, nos recebeu de uma forma incrivelmente amistosa, nos contou histórias sobre a ponte, nos mostrou o leito do ramal, nos levou até a parte superior da ponte, por onde o trem passava, e aí veio o melhor… Queríamos descer lá embaixo, até o rio, para vermos a ponte pelo seu melhor ângulo, o inferior. Foi quando o perguntamos qual o caminho a seguir, e ele sorrindo nos mostrou uma trilha extremamente íngreme em meio as árvores e disse, é por ali, basta descer! Rerere, já que estávamos ali, depois de tanta procura e quilometros rodados, não seria uma “ribanceirinha” que nos deteria não é mesmo? E lá fomos nós, descemos, olhamos, filmamos, fotografamos, e posso dizer do fundo do coração, valeu cada escorregão, cada raspão, e cada queda que nos atingiu na descida, pois  o lugar é maravilhoso. De lá, nos restou subir tudo de volta (aí sim, a coisa foi terrível) e pedir ao Sr. Chico Duduca um pouco de água para nos limparmos e matar a sede. De lá seguimos MUITO FELIZES, para Ipoméia… >>

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
TAPIR 01

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PEDRO DE TOLEDO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Pedro de Toledo
LOCALIZAÇÃO: Município Pedro de Toledo – SP
COORDENADAS: 24°16’24.97″S 47°14’2.22″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, porém apenas alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1922
CONSTRUÇÃO: Southern São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e servindo de moradia e depósito
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Pedro de Toledo atualmente é uma espécie de depósito da prefeitura, mas existem pessoas ocupando uma parte do prédio (provavelmente como moradia), tanto que, a plataforma estava sendo lavada quando estive lá (vide fotos abaixo), mas seu aspecto é de semi-abandono. A estação fica bem atrás de uma praça na região central da cidadezinha, e após o prédio da estação, se seguirmos reto, chegaremos ao Rio Itariri, que faz uma grande curva naquele trecho. Por lá, vimos os detalhes da estação, sem dísticos em nenhum dos lados, sem caixa-d’água, sem placa de altitude, e com as linhas tomadas pelo mato. A placa com o nome da estação e a quilometragem estava lá bem conservada, curiosamente como na maioria das outras estações daquele trecho. A estação possui alguns bancos de alvenaria, uma estrutura coberta e em bom estado sobre a plataforma, grandes portas de madeira fechadas com cadeados, uma passagem aberta bem no meio do prédio, que liga o lado da praça ao da plataforma, enfim, tem utilidade e movimento a sua volta. Aproveitamos o ótimo pastel de pizza da cidade, um refrigerante bem gelado e seguimos sentido a estação Padre Anchieta…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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AMÁLIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.09.2012
DESTINO: Estação Amália
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Rosa de Viterbo – SP
COORDENADAS: 21°26’30.06″S 47°20’31.09″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1908
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Santos Dumont
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercado e servindo como depósito de uma usina
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Primeiramente o meu muito obrigado aos responsáveis pela Usina Amália, por compartilhar com a comunidade a riqueza histórica que possuem por lá. Isso posto, vamos ao que vimos no local. A estação Amália é hoje “apenas” um velho depósito e está sendo utilizado possivelmente para guardar algo relacionado a papel, embalagens ou afins (pelo menos foi isso que vimos ao seu redor). É um prédiozinho tímido, acanhado e espremido ao lado de enormes galpões, maiores e mais modernos, o que não tira, nem diminui a sua personalidade. Ainda pintado na cor amarela, que imagino ter sido o seu padrão original, o prédio está protegido por uma grande cerca de arame farpado, que nos impediu de entrar e captar imagens mais detalhadas e próximas. Mesmo assim, andamos por lá e vimos o que um dia foi uma vila (ou colônia), pujante, forte e com muita alma (bem caracterizada até hoje pela sua arquitetura e estilo). Amália tem ainda um monumento um pouco à frente da estação, que imagino ser uma homenagem aos áureos tempos do café, que são duas locomotivas “Maria-Fumaça” expostas sob uma cobertura já bastante deteriorada, que em nada mais as protege da ação do tempo e do clima. Lá, a impressão que tive, foi a de abandono, mas percebi o valor inestimável de cada um dos locais visitados, porém ao que parece, existe cada vez menos força (financeira?) para mantê-los vivos. Amália foi uma grata experiência e, certamente um dos pontos altos deste projeto, pelo qual me apaixono mais e mais a cada dia, e para concluí-lo dignamente, conto com a ajuda de vocês, ok? De lá seguimos para Nhumirim…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.
AMALIA 01

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EXPEDICIONÁRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Expedicionária
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°53’13.60″S 45°32’52.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem conservado, porém fechado e possivelmente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive na estação Expedicionária vindo de Campos do Jordão sentido Pindamonhangaba, cheguei até ela a pé, após uma pequena caminhada, já que tinha deixado a “Pretona” estacionada numa P.N. uns 300 metros à frente. É uma estação bonita, está bem cuidada, deve estar servindo de moradia para alguém, pois estava limpa, pintada e com uma cortina florida cobrindo a porta que dá saída para a plataforma. Andei pela região e vi muitas pessoas passando por ali a pé, provavelmente indo e vindo do trabalho pelo leito da linha. Os dísticos estão lá, firmes, fortes e legíveis, as marcações de quilometragem e altitude também, há um estribo entre a linha e o desvio bem em frente da estação, há um banco de madeira bem conservado na plataforma que ainda serve aos trens suburbanos da E.F.C.J. enfim, há vida no local. Gostei de passar alguns minutos ali observando a rotina das pessoas que vem e vão pela linha, mesmo que sem o trem… Expedicionária é um prato cheio para quem gosta do assunto e, claro, estiver lá por perto. Vale uma parada, uma sentada naquele banco e uma refletida nas “coisas da vida”… ah, se vale. De lá, seguimos para Agente Hely…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
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EXPEDICIONÁRIA 01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
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NOVA PERUÍBE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 11.02.2012
DESTINO: Estação Nova Peruíbe
LOCALIZAÇÃO: Município Peruíbe – SP
COORDENADAS: 24°17’51.54″S 46°58’55.47″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, apenas em alguns trechos
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960* (data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas uma plataforma tomada pelo mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Nova Peruíbe é apenas uma plataforma de concreto, abandonada no meio de um matagal na avenida que margeia o antigo leito do ramal de Juquiá. Estive por lá, colhi imagens mas não encontrei nada além disso. Ninguém sabia nada a respeito daquele monolito de cimento no meio do canteiro da via pública. Soube que um dia ela se chamou Parada do Km 174 e teve cobertura de telhas de amianto e uma mureta de tijolos, nada além disso. Andei várias vezes sobre a plataforma, olhei para todos os lados e tentei imaginar um pouco das histórias vividas por quem utilizava o trem naquela região. Foi só o que me restou ali.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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DAMAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 16.01.2012
DESTINO: Estação Damas (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS:  22°43’15.29″S 45°34’22.45″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1939
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, bem cuidada, é somente uma cobertura em alvenaria
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Damas é uma simpática parada bem próxima das estações Emílio Ribas e Capivari em Campos do Jordão. Seu nome é uma homenagem ao empreiteiro que se desdobrou para concluir a obra da Estrada de Ferro Campos do Jordão, Sr. Sebastião de Oliveira Damas. É uma plataforma simples de alvenaria, coberta por telhas e com os dísticos em bom estado de conservação. Estive nela por várias vezes, e me recordo que numa delas, bem antes de iniciar este projeto, fotografei meu amigo Edson parado bem embaixo da palavra “Damas”, dando a entender que ali era um lugar de mulheres… demos boas risadas naquela dia. Hoje os trens nem param mais lá, mas ela continua firme e forte, apesar de alguns pichadores de plantão.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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PARAITINGA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 08.11.2012
DESTINO: Estação Paraitinga
LOCALIZAÇÃO: Município Praia Grande – SP
COORDENADAS:  23°59’31.52″S 46°30’46.92″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, um grande pátio em pleno uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1939
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Sorocabana
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, funcional e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Por lá, todos a tratam de “Paratinga” e é um grande pátio da ALL, com oficinas, vários desvios e composições para todo lado. Viemos de Engenheiro Gladson por uma inóspita estrada de terra, até entrarmos em Paraitinga pelos fundos, por dentro do pátio, assim, já logo demos de cara com uma Dash cheia de vagões, pronta para partir. Não tive dúvidas, desci da “Pretona” corri sobre os trilhos e consegui algumas imagens, daí sim, seguimos para a estação, que na verdade, hoje já não é mais uma estação, e sim, um posto de controle da ALL, concessionária do trecho. Está localizada num lugar de acesso complicado, porém com um pouco de coragem e paciência se chega lá sem maiores problemas. A área é grande, com um galpão de manutenção enorme, em pleno uso e bastante movimentado. Nos arredores existem algumas chácaras e até um pequeno bar, aonde eu pude tomar até uma cerveja… (quente, eca!). Sendo assim, peguei uma água e continuei a explorar as redondezas. Paraitinga mostra força pelo seu nível de utilização, mas ao mesmo tempo, não esconde o abandono, principalmente no trecho em que antigamente se ligava a Samaritá, outra estação bem próxima, já desativada há tempos. E foi para lá que seguimos   na esperança de encontramos além de bons materiais e boas histórias, quem sabe, cerveja gelada…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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