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SILVEIRA DO VAL

DATA DA EXPEDIÇÃO: 15.09.2011
DESTINO: Estação Silveira do Val
LOCALIZAÇÃO: Município Ribeirão Preto – SP
COORDENADAS:  21°13’21.74″S 47°52’23.19″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1913
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Daniel Calil

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Silveira do Val foi uma das primeiras estações visitadas por mim depois de iniciar este projeto. Estive lá com o meu sócio Daniel e pudemos conferir de perto cada detalhe da velha estaçãozinha. Lá ainda se encontram os dísticos (legível de um lado somente), as lousas de avisos, a caixa-d’água (um pouco a frente do prédio), enfim, muita coisa envelhecida e abandonada, porém relativamente conservada, pois o local é fechado (propriedade particular) e isso pelo que pude ver, ajudou a mantê-la inteira. O telhado está caindo em algumas partes, o piso na área que era utilizada como armazém já não existe mais, mas ao lado, nos cômodos da estação, ainda consegue-se ver detalhes da época em que ela ainda funcionava. De lá, quando a cana está baixa, se tem uma visão linda da skyline de Ribeirão Preto, com destaque para a zona sul, e seus imponentes edifícios. Silveira do Val estava localizada no extinto Ramal do Jataí, é um prédio típico da Companhia Mogiana, de tijolos à vista e uma bonita arquitetura, e graças a alguém, ainda encontra-se em pé. De lá, voltamos para o trabalho…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.


POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

TUTÓIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: 
Estação Tutóia
LOCALIZAÇÃO: 
Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 
21°45’8.32″S 48° 8’1.01″W
TRILHOS NO LOCAL: 
Sim, em plena utilização
ANO DA CONSTRUÇÃO: 
1914
CONSTRUÇÃO: 
Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: 
Em pé, fechado e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: 
Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Tutóia já começou me chamando a atenção pelo seu nome, sonoro e repleto de vogais, cujo significado é “Lençol de areia” em Tupi-Guarani. Andei por lá juntamente com o meu tio Zé e o Vinícius, e pudemos ver de perto a obra do pátio de manobras, que será o maior ma américa do sul e o terceiro do mundo, mas até então não sabíamos disso, e para nós, era apenas mais um pátio, como tantos outros que já vimos. A estaçãozinha em si, está servindo de moradia e cercada por telas e mato alto, dificultando a sua visualização. Ainda assim, conversamos com o morador e conseguimos imagens dela. Placa, dísticos apagados e sinalização de entrada do prédio ainda estão lá, mas bem desgastados, a caixa d’água, se existir, deve estar do outro lado, mas o acesso não foi possível, então não pudemos confirmar. Tutóia fica entre as cidades de Américo Brasiliense e Araraquara, e hoje é um local bem carente. De lá, seguimos para Cesário Bastos, logo à frente…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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PIAÇAGÜERA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Piaçagüera
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS: 23°51’4.66″S 46°22’25.99″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1902
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, operacional, bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Deixamos Praia Grande num dia de tempo feio e chuvoso, para conhecer as estações de Raiz da Serra, Perequê e Piaçagüera. Esta última é hoje um pátio de manobras com um pequeno prédio de monitoramento e controle da concessionária atual. Fica cercada e vigiada, por isso o acesso não é tão fácil, mas, com a já tão praticada “habilidade social”, conseguimos acessá-la para compartilhar com vocês as informações (vide galeria e mini-filme) que obtivemos. Pragmática, Piaçagüera serve hoje apenas como uma espécie de corredor ferroviário para o porto de Santos, e ali pude ver de fato, um movimento intenso. O prédio atual é relativamente recente, tendo sido construído alguns metros antes da velha estação (sentido da Serra do Mar), que hoje já não existe mais. Piaçagüera nada tem a ver com as imagens românticas que vemos das décadas de 40, 50 ou até 60, fica hoje no meio de indústrias e de um emaranhado viário que confunde quem quer chegar até ela, nós não só conseguimos desatar estes nós, como também seguimos de lá até Raiz da Serra, um pouco à frente, morro acima, que foi bastante desafiadora e gratificante.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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PONTAL

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.09.2011
DESTINO: Estação Pontal
LOCALIZAÇÃO: Município Pontal – SP
COORDENADAS: 21° 1’16.70″S 48° 2’20.40″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em processo de restauração para uso turístico
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1903
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Pontal foi uma das primeiras estações visitadas pelo Projeto Estações Brasileiras, há mais ou menos um ano. Quando estive lá, o local estava todo depredado, seu entorno abrigava alguns usuários de drogas, e o prédio da antiga estação estava lacrado por tijolos, parcialmente derrubado e sem telhado. O enorme armazém que fica defronte a estação era o que apresentava melhores sinais de conservação. A vila ferroviária ao lado também não estava nos seus melhores dias, e não pude perceber nenhum sinal de melhoria por lá. Agora com o Projeto Trem da Cana, um trem turístico/temático que vai ligar Sertãozinho à Pontal, resgatando um pouco da história férrea da região, espero que ocorra uma revitalização de todo o trecho incluindo as suas estações. Torço muito para que isso ocorra. Espero voltar lá em breve, para poder apreciar o trecho restaurado pela parceria firmada entre a AMPF (Associação Mogiana de Preservação Ferroviária), prefeituras locais e a concessionária FCA (Ferrovia Centro-Atlântica). Por enquanto é isso, mas se tiverem conteúdo mais atual, é só me enviar. De lá, seguimos para Passagem…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CESÁRIO BASTOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 19.06.2012
DESTINO: Estação Cesário Bastos
LOCALIZAÇÃO: Município Araraquara – SP
COORDENADAS: 21°42’41.41″S 48° 9’25.30″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em plena utilização
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1898
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, praticamente nada restou
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Cesário Bastos e pudemos constatar que hoje, o local não passa de uma P.N. bloqueada pela concessionária com montes de terra, para que veículos não sejam atropelados pelos trens, conforme os carvoeiros que ocupam o lugar nos disseram. Um dele inclusive nos contou que mesmo bêbado, conseguiu alertar um carro que estava parado no local sobre a chegada de um trem em alta velocidade e assim, o motorista conseguiu salvar-se. Realmente o local é perigoso, pois além dos vagões descarrilhados e abandonados pelos arredores, a P.N. (passagem de nível) está coberta pelo mato dos dois lados e a visualização é precária. Daí, se o “causo” contado pelo carvoeiro é verdade, não posso garantir, mas me pareceu sim. Ao lado da P.N. encontramos a plataforma e as placas com o nome da velha estação (vide galeria de imagens e mini-filme), um pouco mais à frente, os restos do antigo armazém, e nada mais. Tudo coberto pelo mato alto, dificultando o acesso até o local exato. Hoje, estão construídos alguns fornos de carvão (provavelmente clandestinos), bem ao lado da antiga estação, o que nos deixou receosos quando lá chegamos, mas com nossas habilidades sociais já bem desenvolvidas, conseguimos não só documentar o local, como ouvir boas histórias dos carvoeiros. Outro detalhe relevante foi a grafia do nome, Cesário Bastos, ora escrito com “Z”, ora com “S”, como não consegui nenhuma fonte inquestionável, decidi manter a grafia da placa encontrada no local, que grafava “Cesário”. Enfim, é isso e de lá fomos comer as famosas coxinhas de Bueno de Andrada, hummm…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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FIGUEIRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 07.01.2012
DESTINO: Estação Figueira (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Serrana – SP
COORDENADAS: 21° 9’20.83″S 47°39’0.86″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1960
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Demolido, apenas poucos resquícios restaram no local
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Pedro Gandra de Carvalho e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Saímos bem cedo e seguimos para Figueira, cortando os canaviais da região de Ribeirão Preto e Serrana. Nessa andança, encontramos muita coisa bacana, dentre elas, os resquícios da velha estação, que na verdade, era uma parada da Estrada de Ferro São Paulo e Minas, situada no quilômetro 23 do ramal de Ribeirão Preto. Para acessá-la, tivemos que andar pelo leito da linha, pois de carro não se chega até o ponto exato. Deixamos a “Pretona” bem à frente do local e voltamos a pé, atravessando mato, subindo ribanceiras, andando sobre pontes, enfim, o dia tinha começado exigente, pelo menos no aspecto físico. Chegando até Figueira, pudemos observar os restos da antiga plataforma, cobertos pelo mato alto, alguns dormentes empilhados e mais nada. Nem placa, nem caixa-d’água, nada… apenas a linha telegráfica e seus postes ainda resistiam por lá, mesmo que parcialmente caídos, mas ainda estavam lá. Da velha parada mesmo, nada restou, mas seu entorno tinha beleza, seja por causa do riacho Tamanduá que passa bem perto e tem uma bela ponte, seja por causa do cenário em si, que apesar de cercado por cana, ainda oferecia belas vistas, ou mesmo pela jornada, que nos fez acordar de um jeito diferente naquele dia. Assistam o mini-filme, vejam a galeria de fotos, e me digam se não foi um dia legal… De lá, seguimos para Pio Alves.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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BABILÔNIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.06.2012
DESTINO: Estação Babilônia
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS: 21°59’46.69″S 47°47’46.47″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, conservado, porém todo desfigurado, é uma moradia particular
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Breno Paiva de Oliveira Filho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Babilônia e pudemos ver de perto, tanto o prédio da velha estação quanto todo o seu entorno, que pouco lembra o seu passado movimentado pelos carregamentos de leite e café das fazendas da região. Lá, conversei com os atuais moradores da estação, que hoje é uma residência, e eles me mostraram fotos de como era o prédio original (vide galeria de fotos abaixo), que pouco lembra o atual, bastante desfigurado, tanto na construção quanto nas cores. Babilônia está situada ao lado da estrada, que segue o leito da antiga linha do ramal de Água Vermelha, sim, aquele que não termina propriamente em Água Vermelha, mas em Santa Eudóxia, como já vimos anteriormente aqui. A estação não conta mais com a velha caixa-d’água, nem com as placas de quilometragem e altitude e muito menos com os dísticos, tendo também sofrido reformas que a descaracterizaram bastante, mas ainda assim, dá para perceber que ali um dia foi uma estação. Me acompanharam neste dia, o meu sobrinho Jeferson e o meu amigo e sensei de aikido, Breno de Oliveira. De lá, seguimos para São Carlos…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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BOA VISTA VELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Boa Vista Velha
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS: 22°53’11.49″S 47° 8’33.51″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1875
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém abandonado e depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho em Boa Vista Velha quando vinha de Cordeirópolis e seguia para Paranapiacaba. Passar por lá, foi uma experiência interessante, o local é um antigo entroncamento da Companhia Paulista e por lá, vê-se muito da situação atual das ferrovias no país, que é uma mistura de abandono e utilização extrema. Abandono de tudo que não serve mais, como material rodante e o antigo prédio, e o uso extremo das vias ainda ativas até o seu limite, explorando tudo o que pode ser explorado de forma fria e pragmática. Boa Vista Velha está exposta, seu prédio está num estado sofrível, todo pichado, quebrado, com o teto caindo em algumas partes, seu assoalho já não existe mais a tempos, deixando o pavimento inferior (porão?) à vista, enfim, é triste de se ver. Atrás do prédio construiram uma estação de rádio-base (antena de operadora de telefonia celular), e também tem uma fábrica de concreto, fora isso, é mato, sujeira e mais mato. Alguns vagões abandonados completam o cenário. Os dísticos ainda estão lá, legíveis, por incrível que possa parecer, agora as lousas e placas de quilometragem e altitude, nem sinal. Para chegar até ela, tive que deixar a “Pretona” num pontilhão um pouco à frente, no sentido de Hortolândia, e seguir a pé, o que se revelou uma experiência introspectiva muito boa, num alvorecer bonito, de um dia que prometia muito. De lá, segui para Boa Vista Nova, um pouco à frente, seguindo a variante através de algumas favelas.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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RAIZ DA SERRA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Raiz da Serra
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS:  23°49’36.86″S 46°21’40.95″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1867
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém fechado e abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Era um dia cinza, chuvoso, daqueles feios mesmo, ou seja, nada de praia. Então fomos atrás de algumas estações ali pela baixada santista, serra do mar e adjacências. A Néia, companheira como sempre, foi comigo até Raiz da Serra, um lugar triste, afastado e com um tráfego intenso por causa da proximidade com o porto de Santos. Primeiro chegamos a Piaçagüera, depois de lá, seguimos para Raiz da Serra guiados por dois funcionários da concessionária que prestavam serviços no local, e graças a eles conseguimos nnao só chegar até lá, como entrar na área e ir até o antigo prédio, que fica nos fundos de um depósito de locomotivas, bem ao lado da cremalheira. Andamos por lá sempre acompanhados pelo segurança, que foi bastante gentil e prestativo, apesar de um pouco desconfiado no início. Vimos o estado atual do prédio, que por dentro é deplorável, e todo seu entorno, sempre aguardando a subida ou descida de algum trem, o que não ocorreu naquele momento para o nosso azar. O prédio está abandonado, com o telhado quebrado, sem dísticos e sem função alguma. O curioso é que está pintado de vermelho vivo por fora e no frontão, a data de 1891 está em em azul e amarelo, “coincidentemente” as cores da concessionária. Esta combinação cromática se destaca muito diante o verde da serra do mar e o cinza da poluição, que não sei se é bom ou ruim… feio não ficou não. Bem, conhecemos o depósito/oficina das locomotivas Hitachi da cremalheira, andamos pela ampla plataforma, colhemos imagens e seguimos viagem. Naquele dia escuro e chuvoso, Raiz da Serra foi a nossa diversão, e eu recomendo.

FOTOS DO LOCAL:


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PARQUE REINO DAS ÁGUAS CLARAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Parque Reino das Águas Claras
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°52’40.33″S 45°34’48.19″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim, em uso pelos trens turísticos da E.F.C.J.
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1972
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, é apenas uma estrutura de ferro com cobertura e bancos
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Vínhamos de Campos do Jordão sentido Pindamonhangaba quando decidimos conhecer a Parada do Parque Reino das Águas Claras. Pelo que vimos, outrora o local devia ser movimentado, mas naquele dia estava interditado devido a uma chuva (enchente se não me engano), e não pudemos ver nenhum fluxo de pessoas por ali. É uma parada simples, com telhas de amianto sobre uma estrutura de ferro e alguns bancos, está bem conservada, mas ao que parece o trem suburbano já não trafega mais por ali, restando apenas o trem turístico da E.F.C.J. que passa sem parar. Andei pelo local, vi uma gôndola G1 trafegando com trabalhadores e restos de árvores em cima (vide mini-filme), vi também algumas casas da vilinha que fica às margens da linha, e nada mais. É um lugar aprazível, embora tenha um ar decadente, até um pouco depressivo, mas de uma beleza ímpar. De lá, seguimos para Pindamonhangaba…

FOTOS DO LOCAL:


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