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PROGRAMA MARCELO GASPARINI

Entrevista ao vivo no Programa Marcelo Gasparini  no Canal 20 (NET) – 18/09/2012

Abaixo assistam a entrevista na íntegra:

PROGRAMA PROVA DOS 9


Entrevista Programa Prova dos 9 na TVRP – 30/08/2012

Abaixo assistam a entrevista na íntegra:

BIFURCAÇÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 14.04.2012
DESTINO: Estação Bifurcação
LOCALIZAÇÃO: Município Cravinhos – SP
COORDENADAS:  21°19’42.66″S 47°42’29.78″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Jeferson Tomaz Querino

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Bifurcação num dia de calor extremo, até aí, nada de anormal aqui na região de Ribeirão Preto. Era um dia lindo, com uma luz maravilhosa, o que facilitou muito a captação de belas imagens da velha estaçãozinha e sua redondeza. Bifurcação fica a poucos metros da rodovia que liga Cravinhos à Serrana, mas está num desnível, e quando a cana está alta, é impossível vê-la (já é bem difícil com ela baixa). É tão próxima da cidade e ao mesmo tempo tão distante do nosso tempo, que surpreende. Ao chegarmos lá, as famílias logo se colocaram em alerta, pois pensaram (como sempre acontece) que éramos de algum órgão oficial e estávamos ali para removê-los ou coisa parecida. Conversamos e tudo ficou tranquilo. Andamos por lá, vimos cada detalhe e os registramos no mini-filme e nas fotos abaixo. A criançada nos acompanhou, a princípio de longe, depois de perto, nos perguntando tudo o que podiam, e nós, claro, entramos na brincadeira, e respondemos tudo o que sabíamos. De Bifurcação trouxemos boas recordações, e vimos um mundo diferente do nosso, tão mais simples, tão mais essencial, tão menos empolado e… tão próximo, que chega a assustar. Foi um bom dia, e de lá, seguimos para Louzadópolis… >>

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_04

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

GATO PRETO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 28.06.2012
DESTINO: Estação Gato Preto
LOCALIZAÇÃO: Município Cajamar – SP
COORDENADAS:  23°21’53.99″S 46°50’57.28″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (somente em alguns trechos)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1914
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Perus-Pirapora
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Daniel Calil

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A antiga estação Gato Preto levava o nome do bairro homônimo situado na cidade de Cajamar, e foi construída para transportar a cal produzida ali, para a linha da São Paulo Railway em Perus, São Paulo. Depois de muita pesquisa em diversos sites, decidi ir até lá e ver de perto tudo o que tinha sobrado daquele projeto, que inicialmente tinha o intuito, ou melhor, pretexto de ligar Perus a Pirapora do Bom Jesus, para transportar romeiros, mas que jamais foi concluída, tendo assim, Gato Preto como seu ponto final e nunca Pirapora do Bom Jesus. Segui para lá juntamente com meu sócio Daniel Calil, andamos pelos arredores, aonde fomos bem recebidos pelos moradores locais e tivemos até o apoio de um deles como guia (vide a voz dele no mini-filme, descrevendo o local), o que facilitou muito a nossa expedição. Caminhamos por lá, vimos todo o material rodante abandonado e semi-destruído que ainda está no galpão da antiga oficina, vimos no mínimo, umas 6 locomotivas a vapor abandonadas e corroídas, também nos chamou a atenção o estado dos galpões, todos muito mal conservados, com seus telhados caindo, enfim, uma tristeza só. Cercado por muita lenha cortada e empilhada, a oficina fica a uns 200 metros do prédio da antiga estação, que hoje serve como moradia para uma (talvez até mais) família, que gentilmente nos deixou ver de perto o local. A área está tombada, o que ao meu ver, não ajudou em nada a mantê-la viva, servindo e atuante, seja sob o aspecto prático e produtivo, ou mesmo educativo e cultural. A luz daquele local era algo impressionante, exploramos cada detalhe de cada entranha por onde passamos, e a sensação era um misto de indignação e esperança, pois se aquilo tudo ainda (sim, ainda…) está lá depois disso tudo, quem sabe não seja um sinal de que ainda há algum jeito? Gato Preto está documentada abaixo, através de uma grande galeria de fotos e um mini-filme rico em detalhes, para que conheçam e tenham consciência do que ainda resiste em nosso país, apesar de tudo que tem sido feito contra. Que lugar!

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CAMPO GRANDE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Campo Grande
LOCALIZAÇÃO: Município Santo André – SP
COORDENADAS:  23°46’4.74″S 46°20’29.79″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (um imenso pátio, em plena utilização)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1889
CONSTRUÇÃO: São Paulo Railway (SPR)
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive sozinho em Campo Grande, quando seguia rumo à Paranapiacaba, até então um sonho de consumo. Conhecer a antiga vila operária inglesa situada ali no alto da Serra do Mar, era uma grande vontade, e Campo Grande fez parte dessa jornada. Estacionei a “Pretona” ao lado da P.N. (passagem de nível) da estrada de terra que liga Campo Grande à Paranapiacaba e fui explorar o local. Logo de cara, uma placa não muito amistosa visava desestimular os curiosos a andar pelas redondezas (vide mini-filme), comigo não deu muito certo, afinal tinha viajado mais de 500 quilômetros para estar ali e poder ver de perto o estado daquele lugar. Campo Grande é um imenso pátio de manobras ao lado de Paranapiacaba, e sua estacão e toda a infra-estrutura construída para o transporte de passageiros estão completamente abandonadas e destruídas, andar por lá foi uma tristeza só. O prédio da velha estação ainda existe (vide fotos e mini-filme), a plataforma de embarque e desembarque também, porém já sem telhas (todas em cacos, espalhados pelo chão), e a passarela típica da SPR também está lá, semi-destruída, mas lá. A área estava “protegida” pela famigerada placa hostil com cara de caveira e uma fita amarela e preta toda rasgada, daquelas utilizadas para isolar áreas, e eu que não sou tonto nem nada, a partir destes indícios, explorei o local com o máximo de cuidado. Subi até a capelinha no alto do morro ao lado da estação para ver se conseguia melhores ângulos, mas o tempo estava muito nublado, o que só piorou as coisas. Por lá, muitas locomotivas da MRS aguardando, ou manobrando, e também inúmeros vagões em movimento, tiravam um pouco daquele “ar apocalíptico do local”, mas seres humanos mesmo, via-se muito pouco. O certo é que após o sucateamento das estradas de ferro brasileiras e o fim do transporte de passageiros no local, Campo Grande tornou-se apenas um corredor  de escoamento de carga para o porto de Santos e mais nada. Detalhes visuais maravilhosos resultantes da ação do tempo e do esquecimento, estão na galeria abaixo, não deixem de conferí-la, ok? Por enquanto, é isso pessoal.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ÁGUA VERMELHA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.06.2012
DESTINO: Estação Água Vermelha
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS:  21°53’43.50″S 47°53’24.53″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Breno Paiva de Oliveira Filho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estivemos em Água Vermelha vindos de Santa Eudóxia, que por mais estranho que possa parecer era a estação terminal do ramal de… Água Vermelha. A velha estação já não existe mais, tendo hoje em seu lugar, apenas um pasto ao lado de um galpão. Em frente, um antigo armazém amarelo ainda resiste e poucos metros a frente, um outro, hoje transformado em biblioteca e centro cultural do local (vide mini-filme). Era um belo dia de céu azul e o contraste com o amarelo marcante do prédio nos deu belas imagens. Um fato curioso que me chamou a atenção por lá, foi o já extinto trecho férreo conhecido como “Cabeça de Cobra”, vale o clique para verem o quão adequado é o nome. Andamos por lá, vimos o curso do antigo leito da linha, as casas que ladeavam a estação, perguntamos sobre a época em que os trens ainda passavam por lá, mas não obtivemos grandes relatos não. De lá, seguimos caminho para Capão Preto…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

AGENTE HELY

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Agente Hely (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°53’5.55″S 45°31’40.34″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1953
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém bastante desgastado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Agente Hely é uma parada simples, feita de ferro, aonde existe uma placa com o seu nome, coberta por telhas de amianto e que serve aos usuários dos trens suburbanos da E.F.C.J. Fica a uns 50 metros de uma P.N. (passagem de nível) na estrada que liga Campos do Jordão à Pindamonhangaba. Andei pelos arredores atrás de maiores informações, mas não encontrei ninguém que soubesse um pouco mais sobre a paradinha, aguardei um pouco para ver se algum trem passava por ali, o que também não ocorreu, então segui até Pindamonhangaba, o que já é uma outra história, para um outro momento…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ALFREDO ELLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.06.2012
DESTINO: Estação Alfredo Ellis
LOCALIZAÇÃO: Município São Carlos – SP
COORDENADAS:   21°48’7.24″S 47°49’28.97″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1906
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém em ruínas e tomado pelo mato
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Jeferson Tomaz Querino e Breno Paiva de Oliveira Filho

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Alfredo Ellis juntamente com o meu sobrinho Jeferson e o meu amigo e Sensei de Aikido, Breno de Oliveira. Naquele dia, percorremos o ramal de Água Vermelha por inteiro, partindo de Santa Eudóxia e chegando até São Carlos. Hoje, Alfredo Ellis encontra-se abandonada e em ruínas, às margens da rodovia que liga Santa Eudóxia à São Carlos e é facilmente avistada por quem transita pela rodovia. É um prédio grande, e até lembra um armazém, o seu acesso é dificultado pela altura do mato, que tomou conta de tudo por lá e isso nos impediu de entrar na estação e ver de perto o que ainda resiste no seu interior. Lá, não consegui ver a caixa-d’água, nem a sua base, também nada das placas de quilometragem e altitude, nem tampouco os dísticos, enfim, Alfredo Ellis hoje, é um resquício composto pelo esqueleto da estação e de uma outra pequena construção de apenas um cômodo ao lado dela, que imagino ter sido a base da caixa-d’água, ou algum depósito. De lá, seguimos para Araraí…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ORINDIÚVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 06.04.2012
DESTINO: Estação Orindiúva
LOCALIZAÇÃO: Município Casa Branca – SP
COORDENADAS:  21°57’57.16″S 47° 1’23.80″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em ruínas, mas ainda em pé
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz, Raul Otuzi de Oliveira e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Orindiúva era uma das estações que mais me marcaram na infância, pois logo após estava Aguaí, destino mensal, meu e do meu saudoso avô Pedro. Entre Orindiúva e Aguaí, existiu uma outra estação chamada Engenheiro Mendes, mas no período em que nós viajávamos, ela já não existia mais, por isso Orindiúva ficou marcada mais fortemente na minha memória. Hoje está completamente abandonada, com o telhado caindo, sem assoalho e com o mato tomando conta de tudo. A linha ainda está ativa e ao redor da estação, apenas uma chácara e mais nada. Caixa-d’água, lousas e dísticos ainda resistem, mas por quanto tempo? Andamos bastante pelos arredores, inclusive mato adentro, mas nada de relevante foi encontrado, também não conseguimos contato com nenhum morador local. Lá fizemos fotos, filmes, passamos bastante calor e seguimos viagem para Miragaia.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PEREQUÊ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 12.02.2012
DESTINO: Estação Perequê
LOCALIZAÇÃO: Município Cubatão – SP
COORDENADAS:  23°52’19.46″S 46°25’19.25″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1978
CONSTRUÇÃO: Ferrovia Paulista S.A. (FEPASA)
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, plenamente utilizado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Estive em Perequê e pude ver de perto o quão sombria é aquela região. A estação fica no meio de um pólo industrial em Cubatão, bem próxima das estações Piaçaguera e Raiz da Serra, seguindo no sentido Guarujá. É uma estação bastante movimentada, bem às margens da rodovia Cônego Domênico Rangoni, e foi dali que pude fazer as imagens do local. Construída já nos padrões mais modernos e consequentemente mais pragmáticos, o prédio é simples e desprovido de qualquer atrativo estético. Ali pelo que vi, é tudo função e otimização, tudo tem um sentido prático, nada de devaneios históricos, muito menos romantismo. Em resumo, é um lugar feio, por onde trens circulam dia e noite sem parar. De lá, seguimos para Santos.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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