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BOA SORTE

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Boa Sorte
LOCALIZAÇÃO: Município Restinga – SP
COORDENADAS:  20°41’32.76″S 47°33’9.31″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1887
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonado e muito mal conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Boa Sorte é hoje uma espécie de vilarejo, e pelo que me foi dito pelos próprios moradores locais, surgiu de uma ocupação da área por um grupo de sem-terras há mais de 10 anos. O acesso até lá não é dos mais fáceis, pois da estrada, não se consegue ver a estação, para isso é necessário que se entre na vila por uma outra estradinha, menor e com muito mato ao seu redor. Chegando à estação, o que vimos foi mais uma vez, foi um cenário já conhecidíssimo por nós, o abandono e a depredação quase que total do antigo prédio. Por ali ainda resistem: a caixa-d’água, os dísticos, as lousas de informações, os guichês de venda de bilhetes, enfim, o esqueleto do que outrora foi (ou ao menos aparentava ter sido), um ponto de bastante movimento ferroviário. Em Boa Sorte percorremos todo o seu entorno, entramos em algumas casas da vila, já abandonadas e em ruínas, fomos até a ponte metálica sobre o Rio Sapucaí (que ligava Boa Sorte a Macaúbas), onde tiramos várias fotos, e claro, ainda em Boa Sorte, aproveitamos para tomar algumas cervejas (geladíssimas por sinal) no Mini Box da Matinha, uma espécie de loja de conveniência do local. Lá fomos muito bem tratados, conversamos com os moradores, pudemos ouvir a história do local sob vários pontos-de-vista, o que enriqueceu muito a nossa experiência. De lá seguimos para Macaúbas… >>
FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

PIRACUAMA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Piracuama
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°51’18.32″S 45°35’48.08″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1916
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, lacrado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Piracuama é um lugar calmo, relativamente afastado e que manteve aquele ar de vila ferroviária antiga até hoje, e ter ido até lá foi uma experiência incrível. Logo que chegamos, nos deparamos com um caminhão de apoio aos romeiros que faziam uma caminhada pela região, e eles escolheram Piracuama como base de apoio, provavelmente pelo clima ameno e acolhedor do local. Piracuama é ainda uma estação da E.F.C.J. mas já não é mais utilizada nem como parada pelos trens turísticos da região, o que certamente contribuiu para o seu abandono. No seu entorno ficam o pé da Serra da Mantiqueira e o Rio Piracuama (nome que certamente batizou a estação), e paisagens maravilhosas para os contemplativos é o que não falta. Na estaçãozinha tem vila ferroviária, girador, caixa-d’água, desvios, trilhos, dísticos, placas de quilometragem e altitude, enfim, tem tudo… menos vida. Não fosse pelos romeiros ali cozinhando (havia um cheiro de alho refogado maravilhoso no ar), não teríamos visto alma viva por lá. Foi um destino inesquecível, recomendo a todos. De lá seguimos para a parada Vovó Laurinda…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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SILVÂNIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2011
DESTINO: Estação Silvânia
LOCALIZAÇÃO: Município Matão – SP
COORDENADAS:  21°38’23.09″S 48°17’52.26″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, cercada e servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Silvânia como algumas outras estações, caiu no nosso colo de forma inesperada. Estávamos voltando de Bueno de Andrada para Ribeirão Preto, quando ao passarmos pelo vilarejo, resolvemos entrar para dar uma olhada. E não é que saímos bem em frente a antiga estação? Com uma caixa-d’água imponente (realmente chama bastante a atenção), em formato arredondado, a estação hoje já desativada, ainda mantém sua longa plataforma, algumas placas de sinalização também resistem por lá, e as casinhas da vila ferroviária ao seu redor dão todo um charme ao local. Os moradores ficaram surpresos e bastante desconfiados com a nossa presença, mas nada que um bom bate papo não resolvesse. De Silvânia, trouxemos histórias e memórias, e lá deixamos nosso compromisso de seriedade com este trabalho. De lá ainda passamos por Matão, uma agonia que trataremos em outro post…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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RENÓPOLIS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Renópolis (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Santo Antônio do Pinhal – SP
COORDENADAS:  22°48’23.59″S 45°37’39.90″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, ainda utilizado como parada de manobras
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A fazenda Renópolis era um antigo local de chá bastante famoso na região de Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão. Para chegarmos até ela, tivemos que bater na porta da fazenda, mas como ninguém nos atendeu, resolvemos buscar outras alternativas para chegarmos até a antiga parada. Um morador local nos mostrou um caminho (muito íngreme) para se chegar até ela, uma pequena trilha pelo meio do mato (no mapa do Google Earth dá para vê-la ligando a rodovia à estação), que era utilizada antigamente pelos moradores da região para pegarem o trem. O caminho é objetivo e nos levou ao nosso destino, de uma forma cansativa, mas levou. Chegando lá, pudemos desfrutar de mais uma vista maravilhosa, o que bastante comum naquela região, e aproveitar alguns momentos sentados nos antigos e estilosos bancos da parada Renópolis, para descansar da subida digamos, exigente. Fotos, vídeo, explorações concluídas, seguimos para Campos do Jordão para um fim de tarde regado a cervejas geladas e boas histórias.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
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TAMOIO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 30.12.2011
DESTINO: Estação Tamoio
LOCALIZAÇÃO: Município Ibaté – SP
COORDENADAS:  21°54’50.67″S 48° 3’6.52″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1909
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Abandonado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Raul Otuzi de Oliveira e José Antonio Thomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Fomos para Tamoio com a cara e a coragem, apesar de mais ou menos sabermos a sua localização, a tentativa e erro naquele dia foi o nosso método mais eficaz. Tanto que acabamos chegando à Usina Tamoio ao invés da estação Tamoio, que era o nosso destino desejado. Lá, descobrimos que outrora, também havia uma ferrovia que ligava a usina a estação da Cia. Paulista, e também casualmente acabamos conhecendo a linda igreja de São Pedro (vide foto na galeria), que hoje fica dentro dos limites da usina. A partir de lá, seguimos para a estação propriamente dita, que fica às margens da rodovia Washington Luis, onde encontramos mais abandono e descaso. Num dia lindo, conseguimos belos registros do prédio, que apesar de destruído ainda se fez imponente nas imagens que captamos. Por lá, tudo inspirava tristeza, eram resquícios do fim de um tempo romântico, por onde hoje, só pragmatismo trafega a bordo dos vagões de carga. Chegar lá é fácil (vide mapa abaixo) e podem ter certeza, que um breve momento naquele local, olhando aquilo tudo como está, de forma nua e crua, fará uma grande diferença para os sensíveis. Para o demais, talvez sejam apenas tijolos, ferro e mato ao sol. De lá seguimos para Ibaté…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

 

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Reportagem EPTV

Reportagem EPTV – 18/07/2012

Um designer de Ribeirão Preto (SP) decidiu mostrar e contar a história das mais de 5 mil estações ferroviárias do Brasil. Há dez meses, Marcelo Tomaz passa seus dias de folga se dedicando ao projeto “Estações Brasileiras” e, até agora, visitou mais de 200 estações em São Paulo e em Minas Gerais, todas registradas em uma página internet que ele mesmo criou. Durante a pesquisa, Tomaz viu estações em ruínas e outras restauradas, transformadas em restaurantes, museus e casas de cultura. “É muito gratificante, porque sempre que você fala do projeto, todo mundo tem um carinho e te motiva. O grande combustível do meu projeto é esse: poder mostrar para as pessoas algo que elas não viram”, afirma. Ele conta que a paixão por trens e ferrovias começou aos sete anos, quando seu avô o levava para viajar pelos trilhos. “Quando eu comecei esse projeto, eu me apeguei à minha história. Meu avô sempre morou em Ribeirão e ele tinha que viajar mensalmente para Aguaí (SP) para receber a aposentadoria, aí ele me levava junto. Eu ficava esperando a data de ele receber para poder viajar de trem.”

O site de Tomaz já serviu como fonte de pesquisa para duas arquitetas que estão escrevendo um livro sobre a história da ferrovia em Ribeirão na época do ciclo do café. O ex-ferroviário Jair de Oliveira trabalhou durante 25 anos na manutenção da linha antiga da Ferrovia Paulista SA (Fepasa) na cidade. Ele diz que o prédio da estação no Ipiranga, de tão importante, era referência para os moradores do bairro. “[O bairro] Era conhecido como Barracão, depois de muito tempo que foi mudando. Falava Barracão todo mundo já sabia onde era.”

Os registros do projeto podem ser vistos no endereço: www.estacoesbrasileiras.com.br

Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2012/07/designer-visita-200-estacoes-para-contar-historia-das-ferrovias-no-pais.html

SANTA SILVÉRIA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.03.2012
DESTINO: Estação Santa Silvéria
LOCALIZAÇÃO: Município Santa Cruz das Palmeiras – SP
COORDENADAS: 21°50’13.18″S 47°16’33.53″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1892
CONSTRUÇÃO: Companhia Paulista de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Abandonado e em ruínas
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Thiago Samarino Lages, Jorge Luis Caleffi e João Julio Oliveira

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Santa Silvéria atualmente é apenas um resquício do tempo à beira da estrada que liga Pirassununga à Santa Cruz das Palmeiras. Um prédio semi-destruído, triste mas com uma grande personalidade. Seu acesso é facílimo, pois está a menos de 3 metros da rodovia, nova e asfaltada. É uma ilha cercada no meio de canaviais, mas vale a parada para os que estiverem passando por lá. Certamente não serão dez minutos perdidos observando um prédio velho e esquecido, será sim, um ganho de memória, história e visão crítica, pois estes prédios trazem consigo uma sorte imensa de bons momentos vividos por aqueles que os frequentaram nos seus muitos anos de atividade. Santa Silvéria está localizada entre Baguassu e Palmeiras (Santa Cruz das Palmeiras) e foi para nós um grande achado, por lá ainda estão o prédio, a plataforma, as placas indicativas, mas não me lembro de ter visto a caixa-d’água não. Para quem quiser enviar material para mantermos esta base de dados atualizada, é só entrar em contato. De lá, fomos comer um peixe e tomar umas cervejas na cachoeira da Emas onde também existe uma estação, mas esta fica para a próxima. Até mais.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.