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MANDIÚ

DATA DA EXPEDIÇÃO: 04.02.2012
DESTINO: Estação Mandiú
LOCALIZAÇÃO: Município Restinga – SP
COORDENADAS: 20°39’19.57″S 47°31’53.17″W
TRILHOS NO LOCAL: Não
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1901
CONSTRUÇÃO: Companhia Mogiana de Estradas de Ferro
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e relativamente conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Vinicius Costa, Pedro Gandra de Carvalho, Fábio F. Rivaben e Fernando F. Rivaben

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Como falar de Mandiú, com um acervo fotográfico tão rico, como este logo abaixo? Num dia lindo, eu e meus parceiros de expedição encontramos pelo caminho esta estação, linda, antiga, ali vencendo o tempo da forma que consegue, enfim, um prato cheio para os nossos interesses históricos, ferroviários, estéticos, afinal quem vai negar a beleza destas paisagens? Saímos de Restinga dispostos a encontrar Mandiú, achávamos que seria uma tarefa difícil, mas não, margeando a antiga estrada de terra que liga Restinga a Batatais, logo a encontramos do nosso lado direito. Daí em diante, nos valemos mais uma vez das nossas habilidades sociais, pois tivemos que pedir autorização ao proprietário da fazenda ao lado para entrarmos em Mandiú e capturarmos estas jóías expostas logo abaixo. Tudo está aí, plataforma, caixa-d’água, dísticos, lousas, locais das placas de quilometragem e altitude e uma boa dose do entorno, para que percebam, o que estou tentando dizer aqui, só com palavras…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_06

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

GAVIÃO GONZAGA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Gavião Gonzaga (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS: 22°46’55.91″S 45°36’16.95″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1930
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Não há prédio, somente uma pequena plataforma (estribo)
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Pontes antigas sobre pequenos riachos, estufas de flores, lagos com carpas e trutas, pinheiros enormes, araucárias, tudo isso no meio de montanhas enormes, assim é o entorno de Gavião Gonzaga. A estaçãozinha em si (parada), não diz muita coisa, pois é somente uma plataforma de pedras antigas, mas as casas da vila ferroviária em frente, dão um toque todo especial ao lugar. Caminhar por lá foi irresistível, cada detalhe prendia a atenção, desde a paisagem, passando pela antiga linha e suas curvas sinuosas até os olhares desconfiados dos moradores locais, tudo era novo e revigorante. Gavião Gonzaga é um pequeno circuito turístico e a parada ferroviária faz parte dele, as fotos e o mini-filme podem dizer o que talvez eu não esteja conseguindo por aqui, aproveitem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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TORIBA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Toriba (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Campos do Jordão – SP
COORDENADAS: 22°46’15.44″S 45°36’5.87″W (bastante aproximadas)
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1943
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, muito bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Um lugar lindo, é assim que descrevo a pequena estação (parada) Toriba. Esqueça o acesso por estrada, e também o caminho por dentro do hotel, que já não funciona mais (vide foto do portão abaixo), portanto, para quem quiser ter estas vistas maravilhosas, ou fará como eu (ir a pé pelo leito da linha) ou de trem partindo de Campos do Jordão ou Pindamonhangaba. Vale lembrar que Toriba já não funciona mais como parada há algum tempo, e de trem (para quem escolher esta opção) terá que observar tudo em movimento, o que é uma pena. A parada Toriba é uma plataforma com colunas em madeira (troncos) coberta por telhas e cercada de verde por todos os lados, a vista de lá é linda, mas a subida para se chegar até ela cobra o preço justo por tal momento contemplativo. Mesmo não havendo nada por lá (o portão de acesso pelo hotel já não dava sinais de uso há algum tempo), a beleza do local impressiona. Eu indico para quem gosta de ferrovias, contemplação e não liga de subir uns morrinhos de vez em quando.

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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MATÃO

DATA DA EXPEDIÇÃO: 27.12.2011
DESTINO: Estação Matão
LOCALIZAÇÃO: Município Matão – SP
COORDENADAS:  21°35’55.33″S 48°21’42.30″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1899
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Araraquara
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém todo depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, Daniel Franc e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
A estação Matão está toda destruída, caminhei por lá e o que pude ver foi o resultado do descaso e do abandono, apenas o som dos meus passos, sobre os cacos de telha da antiga estação davam sinal de que havia vida por ali. No seu entorno encontramos jovens consumindo drogas, uma locomotiva abandonada que servia provavelmente de moradia para alguém, um armazém gigante que não dava para dizermos ao certo a sua utilização, enfim, também era um local ruim, sem muita coisa boa para nos oferecer. Tentei documentar com cuidado tudo o que vi, e em detalhes mostrar-lhes o que talvez ninguém queira ver há muito tempo. Eu quis, eu fui lá e o resultado está aí.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

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VIRACOPOS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 10.02.2012
DESTINO: Estação Viracopos
LOCALIZAÇÃO: Município Campinas – SP
COORDENADAS:  23° 1’26.50″S 47° 9’21.25″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1978
CONSTRUÇÃO: Ferrovia Paulista S.A.
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, porém completamente depredado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Ir sozinho até a estação Viracopos, foi digamos, uma experiência diferente. O acesso é bem difícil, feito por uma estrada de terra bastante acidentada (possivelmente obra das enchurradas), onde tive que deixar a “Pretona” (minha pick-up) pelo caminho e seguir a pé até o local. Viracopos não oferece nada de encantador, é um prédio sem graça, já dos tempos da FEPASA, que em nada despertaria o meu interesse, se não fosse o meu compromisso com o projeto. A jornada foi boa, me fez refletir sobre muitas coisas e o fato que estar o tempo todo sozinho também ajudou a colocar as idéias no lugar. No local, encontrei abandono como já era de se esperar, um prédio semi-destruído, pichado e todo quebrado, com cacos de telha por todo lado e muito mato cobrindo o seu acesso. Lá havia um trem parado, que saiu assim que cheguei, e não havia mais nenhum sinal de vida. Estranho se imaginarmos que eu estava há poucos quilômetros de um grande aeroporto internacional né? Mas era isso mesmo, nenhuma alma viva vagava por lá, só a minha. Viracopos é uma depressão só, a não ser que tenham uma missão como a minha, não vale a pena ir lá não. Melhor usarem o tempo para observarem os aviões chegando e partindo na cabeceira da pista, isso sim é legal.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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TANAKA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 17.01.2012
DESTINO: Estação Tanaka (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Santo Antônio do Pinhal – SP
COORDENADAS: 22°47’22.30″S 45°37’1.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso pela E.F.C.J.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1946
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, fechado e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Visitar Tanaka foi uma aventura daquelas. Rios, cascatas, morros, picos, montanhas, estradas ruins, boas, visuais excelentes, enfim, era mesmo o que esperávamos. Viajar com a Néia (minha esposa) é sempre bom, ela é companheira, se entrega ao projeto, navega, pilota, ajuda a desalolar, passar por buracos, enfim… Mas falemos de Tanaka, é um lugar mágico, parece um Kamidama (pequeno templo japonês em madeira), encravado bem num corte da montanha. Cada minuto que passamos por lá, valeu a pena, o clima frio, as montanhas em nossa volta, enfim, tudo estava perfeito. Tanaka é uma pequena construção de tijolos na margem da estrada de ferro, que liga Campos do Jordão a Pindamonhangaba, hoje o trem turístico já nem pára mais por lá, mas o Toshi, um morador do local que cuida da pequena parada, e quem nos autorizou a documentá-la, nos disse que estava tentando que a E.F.C.J. voltasse a ter Tanaka como parada, para que a mãe dele pudesse voltar a vender seus produtos (pinhões) aos turistas. Tanaka não requer maiores descrições, as fotos e o mini-filme falam por si só, apreciem sem moderação pois faz um bem danado. E se puderem conhecer o local, não hesitem.

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

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A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

CAPEVA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 22.10.2011
DESTINO: Estação Capeva
LOCALIZAÇÃO: Município Serrana – SP
COORDENADAS:  21°11’16.06″S 47°35’28.69″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (sem uso, apenas restos da extinta E.F.S.P.M.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1928
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, mal conservado e atualmente servindo de moradia
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e  Jorge Luís Caleffi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Capeva está localizada na saída da cidade de Serrana sentido Altinópolis, o prédio é bem visível da estrada, fica ao lado direito de quem segue para Altinópolis há uns 200 metros do asfalto. Famílias ocupam a velha estação e também algumas casas da vila ferroviária que ainda resistem. Eu e o Caleffi estivemos por lá e pudemos ver e sentir o cheiro do abandono, de coisas que antes serviam, e hoje não mais. Capeva é basicamente o que as fotos mostram, um prédio velho, habitado por gente humilde, que ali se acomodou do jeito que deu. Em Capeva tem a estação, a caixa d’água, a plataforma, os dísticos, placas com o seu nome, sendo uma completamente enferrujada e outra pintada de azul pelos próprios moradores. Martinópolis era o seu antigo nome, e por lá, crianças brincavam dentro da velha caixa d’água cheia, enquanto colhíamos informações sob um sol escaldante de 40°. Preciso deixar claro aqui uma coisa, senti muita inveja delas naquele momento. De lá seguimos para casa em busca de uma cerveja gelada, afinal somos pesquisadores ferroviários, não de ferro né?

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

POSTER DA ESTAÇÃO:
A cada estação visitada, seleciono uma imagem que julgo melhor refletir a expedição e a transformo num poster, unindo texto e imagem numa combinação de apelo bastante visual.

ILUSTRAÇÃO DO LOCAL:
Tendo como base as imagens reais de cada local colhidas pelo Projeto Estações Brasileiras, eu desenvolvo uma ilustração que retrate emocionalmente o espírito de cada estação/parada, ou mesmo do seu entorno, no caso de já não existirem mais. A intenção é que sirva de estímulo para a interpretação crítica de cada um, seja de forma positiva, negativa, carregada de saudosismo, ou mesmo de forma contemplativa apenas. Espero que curtam.

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

ÁGUAS VIRTUOSAS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.12.2011
DESTINO: Estação Águas Virtuosas
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS:  21° 9’13.83″S  47°29’29.14″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (sem uso)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1910
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: Em pé, abandonado, mas em bom estado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Águas Virtuosas, que nome imponente não é mesmo? Chegar até lá não foi fácil, tivemos que conhecer a trilha das águas meio que à força, mas valeu muito a pena, pois o lugar é maravilhoso. Fui até lá três vezes, sendo que a primeira com o “Pretinho” meu antigo Fox 1.0, e as outras duas já com a “Pretona” uma pick-up 4×4 que comprei para poder chegar sem tantos problemas aos destinos ferroviários que tenho que visitar para o projeto. Águas Virtuosas é um local abandonado, mas o tempo parece conspirar em favor dele. A vila ferroviária da E.F.S.P.M. ainda se mantém ao lado da estação, e em algumas casas, moram famílias que como nos disseram “tomam conta do local” para que outros não destruam. Conversamos com a Dona Dircinéia, que nos contou bastante coisa, e nos apresentou o “Duly”, um ganso enorme que havia corrido atrás da gente logo que chegamos. Por lá conseguimos um belo material, boas fotos e um bom mini-filme. A curiosidade fica por conta do famigerado “Auá” que enquanto tirávamos fotos da estação e seus arredores, nos perseguiu, sempre escondido e gritando alto para que ouvíssemos: Auá, auá! Achamos aquilo estranhíssimo, pensamos ser algum animal, ave, enfim… mas seguimos documentando o que restou de um tempo que passou, como a caixa d’água, os dísticos, a lousa com a quilometragem, o poste com os ganchos para a troca de staff, a plataforma e as inscrições da antiga E.F.S.P.M. Por lá, nos esbaldamos com o clima fresco em um dia maravilhoso, embora até hoje vivemos nos perguntamos: Que diabo de Auá era aquele? Rerere…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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POSTERS VINTAGE:
São ilustrações com base fotográfica, que faço sobre algumas estações que representaram algo para mim. Também tenho feito sob encomenda para pessoas que querem presentear alguém ou mesmo simplesmente tê-las para recordação de algum momento marcante, ou apenas como decoração. Todo o valor obtido com a venda destas telas, é revertido integralmente para custear novas expedições do Projeto. Nada é destinado a mim ou ao meu sustento, para isso: eu trabalho.
COLLECTION_01

POST ABERTO À COLABORAÇÃO:
A partir da publicação de cada post inicial pelo autor, fica aberto aos colaboradores e interessados, o envio de materiais para mantermos atualizadas as informações sobre cada estação. Este site tem como principal objetivo resgatar através imagens, vídeos e textos um pouco da história ferroviária do país. Todo o conteúdo de cada post inicial é original e produzido pelo próprio autor e sua equipe de viagem, visando contribuir de fato, para o crescimento do acervo de informações sobre cada estação, sua história e seus personagens.

MANGUEIROS

DATA DA EXPEDIÇÃO: 03.12.2011
DESTINO: Estação Mangueiros
LOCALIZAÇÃO: Município Altinópolis – SP
COORDENADAS: 21°28’46.61″S 47°58’6.54″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (mas apenas restos da extinta E.F.S.M.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1938* (data aproximada)
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro São Paulo e Minas
STATUS DO PRÉDIO: demolido
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz, José Antonio Thomaz e Vinicius Costa

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Mangueiros é uma antiga estação Estrada de Ferro São Paulo e Minas localizada no município de Altinópolis a qual não se tem muita informação. Sabe-se que ficava no Km 70, e que não passava de um posto telefônico na desativação da linha. Estivemos lá, no local exato da estação, onde apenas duas jabuticabeiras resistem até hoje. Um morador do local nos levou até onde supostamente ficava a antiga plataforma, mas hoje nada existe por lá. A linha passa realmente em frente às árvores, e tudo indica ser mesmo o local exato de Mangueiros (mesmo sendo duas jabuticabeiras a marcar o local, rerere…), andamos pelos restos de linha férrea ainda existentes no local, aproveitamos para chupar algumas mangas por lá, e seguimos para Fradinhos, estação que também possui pouca informação disponível, mas como não desistimos nunca, lá fomos nós embrenharmos no mato atrás de história e histórias…

FOTOS DO LOCAL:


MAPA DO LOCAL:

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VOVÓ LAURINDA

DATA DA EXPEDIÇÃO: 18.01.2012
DESTINO: Estação Vovó Laurinda (Parada)
LOCALIZAÇÃO: Município Pindamonhangaba – SP
COORDENADAS:  22°52’12.39″S 45°35’6.26″W
TRILHOS NO LOCAL: Sim (em uso pela E.F.C.J.)
ANO DA CONSTRUÇÃO: 1986
CONSTRUÇÃO: Estrada de Ferro Campos do Jordão
STATUS DO PRÉDIO: Em pé e bem conservado
EQUIPE DE VIAGEM: Marcelo Tomaz e Claudinéia de Marchi

O FILME:

RESUMO DA EXPEDIÇÃO:
Vovó Laurinda é um lugar lindo, fica às margens da rodovia que liga Campos do Jordão à Pindamonhangaba, e ir até lá foi uma aventura muito interessante. Viemos desde a estação Piracuama seguindo a linha da E.F.C.J. por onde deu e por vezes até por onde não deu, rerere… mas o importante é que conseguimos o nosso objetivo, que era documentar a parada Vovó Laurinda com riqueza de detalhes. É um local bucólico às margens do rio Piracuama, de onde pudemos avistar belas paisagens beirando a linha férrea. Lá tem morros, rios, pequenas quedas d’água e claro, a estaçãozinha (parada), que fica bem ao lado do rio, de onde pode-se ouvir perfeitamente o som das águas rolando por entre a mata. Vovó Laurinda nada mais é do que uma plataforma coberta por telhas, com algumas casas da E.F.C.J. ao lado. Andar por lá foi uma terapia, o som da água acalma, o dia estava lindo e a estaçãozinha bem conservada. Hoje já não serve mais nem mesmo como parada, mas continua charmosinha. Para quem gosta de aventuras ferroviárias, vale uma passada por lá, pois o acesso é fácil e com sorte, quem sabe até role um mergulho no rio para relaxar? De Vovó Laurinda seguimos para o Parque Reino das Águas Claras, mas esta fica para uma outra oportunidade…

FOTOS DO LOCAL:

MAPA DO LOCAL:

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